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Shows Ao Vivo - Página 138

Aqui listamos os melhores Shows Vivo de todos os tempos

Pholhas - Eu e você (Clube do Bolinha) 1988 / HQ 03:33
Pholhas - Eu e você (Clube do Bolinha) 1988 / HQ
1988 - “CÔRTE SEM LEI”, segundo disco cantado em português. A banda foi criada em 1969 com a seguinte formação: Helio Santisteban (teclado), Paulo Fernandes (bateria), Oswaldo Malagutti (baixo) e Wagner "Bitão" Benatti (guitarra), com os quatro se revezando nos vocais. Começaram fazendo covers de bandas dos Estados Unidos e Inglaterra e passaram a compor também em inglês. Seu primeiro LP, "Dead Faces", lançado em 1972 pela RCA, continha apenas canções em inglês. Um compacto simples extraído desse álbum, com a música "My Mistake" (apenas aparentemente simplista: conta a história de um assassinato passional, mas retomando a tradição do blues primitivo de usar tragédias cotidianas para refletir sobre a significação da vida); compacto esse que chegou ao primeiro lugar das paradas, vendendo 400 mil cópias em apenas três meses. Em seguida, outras canções foram lançadas em compactos, como "She Made Me Cry", "I Never Did Before" e "Forever", todas atingindo vendagem superior a 300 mil cópias. Em 1975, o álbum de estréia foi lançado no mercado hispânico com o título de "Hojas", dando ao grupo mais um Disco de Ouro. Em 1977 o grupo mudou de orientação, lançando o LP "O Som das Discotheques", com covers dos principais sucessos do gênero, e chegando a 150 mil cópias vendidas. Logo em seguida, Hélio Santisteban resolveu seguir carreira solo e em seu lugar entrou Marinho Testoni, ex-Casa das Máquinas. Isso levou a outra mudança no grupo, que lançou um disco de rock progressivo, e pela primeira vez com letras em português. O disco vendeu bem menos que os anteriores, mas tornou-se cult para um segmento de público. Em 1978 foi Oswaldo Malagutti quem deixou a banda, sendo substituído pelo baixista João Alberto, também ex-"Casa das Máquinas". Malagutti criou com Santisteban o Estúdio MOSH (acrônimo de seus nomes) e até hoje trabalha com produção e masterização de CDs e DVDs musicais. Em 1980 Hélio Santisteban retornou ao grupo, que retomou a tradição de cantar e compor em inglês, lançando então o LP "Memories". Poucos meses depois, com a saída de Marinho, o Pholhas chegou à seguinte formação: Bitão (guitarra), Paulo Fernandes (bateria), Hélio Santisteban (teclados) e João Alberto (baixo). No final de 2007 Hélio Santisteban deixa definitivamente a banda, a partir de então Bitão, Paulinho e João Alberto resolvem não ter mais um tecladista fixo e sim um tecladista especialmente convidado para cada apresentação. Essa formula deu tanto certo que virou um atrativo a mais dos shows. Ainda na estrada depois de 42 anos, a banda PHOLHAS continua apresentando espetáculos em todo o Brasil e exterior, com recriações de sucessos do rock inglês e norte-americano, especialmente de Bee Gees, Creedence Clearwater Revival, Elvis Presley, Rolling Stones e Beatles. No dia 26/08/2018 o tecladista e vocalista Helio Santisteban morre aos 69 anos da idade. A História dos PholhasOs Pholhas são um dos grupos musicais mais icônicos do Brasil, especialmente conhecidos por suas baladas românticas que conquistaram o coração de gerações. Neste blog, exploraremos a trajetória fascinante da banda, desde suas origens até seu legado duradouro na música brasileira.SumárioFormação da BandaO Sucesso InicialA História de "My Mistake"Discos de Ouro e ReconhecimentoCarreira InternacionalMudanças na FormaçãoFormação Mais ConhecidaAtualmenteLegado dos PholhasFAQFormação da BandaA história dos Pholhas começa no final de 1968, quando um grupo de jovens músicos decidiu se unir para criar uma nova banda. Hélio, Paulo e Osvaldo, que haviam deixado a banda de Wonder, estavam em busca de uma nova formação que refletisse melhor suas personalidades musicais. Para completar o grupo, convidaram Wagner Benatti, um grande fã dos Beatles, conhecido pelo apelido de 'Bitão'.Em fevereiro de 1969, o grupo realizou seu primeiro ensaio oficial. O nome "Pholhas" foi sugerido por um amigo, inspirado no título de um disco da banda britânica The Hollies, e foi aceito por todos. A formação inicial contava com Paulo Fernandes nos vocais e teclados, Osvaldo Malaguti na bateria, e Wagner Benatti na guitarra.Os Pholhas começaram fazendo covers de bandas dos Estados Unidos e da Inglaterra. Apesar de não dominarem o inglês, utilizavam dicionários e livros didáticos para compor suas músicas. Com isso, a qualidade vocal e instrumental do grupo rapidamente chamou a atenção, fazendo com que se tornassem um dos grupos mais requisitados para bailes em São Paulo.O Sucesso InicialO primeiro álbum da banda, intitulado "Faces", foi lançado pela RCA em 1973 e continha somente canções em inglês. Apesar do sotaque não ser perfeito, os Pholhas conquistaram seu público. A música "My Mistake" se destacou, contando uma história trágica que, apesar de seu ritmo envolvente, retratava um assassinato passional.O sucesso de "My Mistake" foi avassalador, alcançando o primeiro lugar nas paradas e vendendo 400 mil cópias em apenas três meses, o que rendeu à banda seu primeiro disco de ouro. Outros sucessos seguiram, e várias canções também foram lançadas em formato compacto, todas recebendo discos de ouro por suas altas vendas.A História de "My Mistake"A canção "My Mistake" é particularmente importante na trajetória dos Pholhas. Lançada como compacto simples, ela rapidamente se tornou um hit, ressoando com o público brasileiro. Sua letra, que narra um amor perdido e arrependimento, conectou-se profundamente com os ouvintes, solidificando a banda como uma referência no cenário musical da época.O sucesso da canção não apenas alavancou a carreira dos Pholhas, mas também estabeleceu um padrão para suas produções futuras, que continuaram a explorar temas emocionais e românticos.Discos de Ouro e ReconhecimentoCom o sucesso de "My Mistake", os Pholhas continuaram a lançar músicas que se tornaram clássicos. Em 1975, seu álbum de estreia foi lançado no mercado hispânico, o que lhes rendeu o primeiro disco de ouro internacional. Este reconhecimento foi crucial para consolidar a banda não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina.Ao longo dos anos, os Pholhas conquistaram uma série de discos de ouro, refletindo a popularidade contínua de suas músicas. Cada lançamento trazia novas canções que se tornavam hits, mantendo a banda relevante no cenário musical.Carreira InternacionalA carreira internacional dos Pholhas começou a ganhar força, especialmente após o lançamento de seu álbum em espanhol. A banda começou a se apresentar em diversos países da América Latina, conquistando novos fãs e ampliando seu alcance.Esse sucesso internacional foi um marco na trajetória dos Pholhas, permitindo-lhes explorar novas oportunidades e colaborações, além de consolidar seu legado musical fora do Brasil.Mudanças na FormaçãoCom o sucesso, vieram também as mudanças. Em 1977, a gravadora pressionou a banda a mudar sua orientação musical, resultando no lançamento do LP "Sondas". Apesar de vender bem, essa mudança desagradou Hélio, que decidiu deixar a banda para seguir carreira solo.A saída de Hélio trouxe Marinho Testoni, que também saiu depois, levando a banda a experimentar novas direções musicais. A formação da banda passou por diversas mudanças, mas sempre manteve a essência que os tornara populares.Formação Mais ConhecidaApós algumas mudanças, a formação mais conhecida dos Pholhas se consolidou: Bitão na guitarra, Paulo Fernandes na bateria, Hélio Santo Estevão nos teclados e João Alberto no baixo. Essa formação durou muitos anos e produziu alguns dos álbuns mais memoráveis da banda.Com essa equipe, os Pholhas lançaram o LP "Memories", que trouxe de volta a tradição das baladas românticas em inglês. Essa fase foi marcada pelo retorno ao estilo que inicialmente os consagrou.AtualmenteApesar das mudanças ao longo dos anos, os Pholhas continuam em atividade e celebram 54 anos de carreira em 2023. A banda mantém uma base de fãs fiel e realiza apresentações em todo o Brasil, Europa e América do Sul.Em 2018, a morte do ex-tecladista Hélio Santo Estevão foi um momento triste para os fãs. No entanto, a banda continua a se apresentar e a gravar novas músicas, mantendo vivo o legado que construíram ao longo de mais de cinco décadas.Legado dos PholhasOs Pholhas deixaram uma marca indelével na música brasileira. Suas canções românticas e melodiosas continuam a emocionar e a tocar os corações de muitos. O legado da banda é um testemunho do poder da música de unir e inspirar as pessoas.As baladas dos Pholhas transcenderam gerações, e seu impacto é sentido até hoje, fazendo com que novos fãs descubram suas músicas e apreciem o que a banda trouxe ao cenário musical.FAQQuem são os membros originais dos Pholhas?A formação original dos Pholhas incluía Wagner Benatti, Oswaldo Malagutti, Hélio Santisteban e Paulo Fernandes.Qual foi o maior sucesso dos Pholhas?O maior sucesso dos Pholhas é "My Mistake", que alcançou o primeiro lugar nas paradas e vendeu 400 mil cópias em três meses.Os Pholhas ainda estão em atividade?Sim, os Pholhas continuam em atividade e celebraram 54 anos de carreira em 2023, realizando apresentações em diversos locais.Como os Pholhas se destacaram no cenário musical brasileiro?Os Pholhas se destacaram por sua capacidade de mesclar influências do rock e da música pop, mantendo uma identidade brasileira e cantando em inglês.Qual é o legado dos Pholhas na música brasileira?O legado dos Pholhas é um testemunho do impacto que suas baladas românticas tiveram nas gerações, e suas músicas continuam a ser apreciadas e relembradas até hoje.
0 0   150   05-09-2022   Shows Ao Vivo   0
Carmen Silva - Chora Meu Coração  (Sabadão sertanejo)  Inédito 03:35
Carmen Silva - Chora Meu Coração (Sabadão sertanejo) Inédito
Carmen Sebastiana Silva de Jesus, ou simplesmente Carmen Silva (Veríssimo-MG, 22 de março de 1945 — São Paulo, 26 de setembro de 2016), foi uma cantora e compositora brasileira, também conhecida carinhosamente pelos fãs como "A Pérola Negra". Biografia Carmen nasceu em Veríssimo, no Triângulo Mineiro. Vinda de uma família humilde, abandonou os estudos adolescente, e começou a trabalhar como babá e empregada doméstica. Apesar de todas as dificuldades, seu sonho era se tornar cantora. Começou a frequentar programas de calouros. No fim da década de 60, em mais uma de suas tentativas, venceu o concurso "Um Cantor por um Milhão, um Milhão por uma Canção", da TV Record. Gravou seu primeiro compacto para a gravadora Cantagalo, mudou-se para a Copacabana, e finalmente para a RCA Victor onde gravou "Adeus, solidão" ("Picking up pebbles' original britânico de Curtis, traduzida por Newton Miranda) que ficou em 1o. lugar absoluto durante varias semanas em 1970. Ganhou o Roquete Pinto e o Chico Viola. Viajou o mundo inteiro em apresentações musicais, fazendo muito sucesso no exterior. No início de sua carreira sofreu pressão para gravar sambas, mas fez prevalecer sua vontade, que era o gênero romântico. Seus principais sucessos são: "Adeus Solidão", "Fofurinha", "O Destino Nos Separou", "Sapequinha", "Espinho na Cama", "Fotografia", "Amor com Amor se Paga", "Ser tua Namorada" e "Segura na Mão de Deus". Na década de 90, sua carreira começou a entrar em declínio e, com isso, passou a enfrentar crises de depressão. Divorciada e morando sozinha, seus filhos moravam nos Estados Unidos, onde estudavam e trabalhavam a alguns anos, e Carmen sentia-se muito sozinha, o que piorava seu estado de ansiedade e tristeza. Nesta época, viajou para os EUA, para passar uma temporada com os filhos, e passou a frequentar cultos evangélicos, que seus filhos já frequentavam, e então, se converteu à religião. Se batizou nas águas e voltou ao Brasil decidida a cantar músicas em louvor à Deus. Em 2001 Carmen assinou com a gravadora Graça Music e lançou três discos de música gospel, fazendo muito sucesso. Seu último disco lançado foi Minhas Canções na Voz de Carmen Silva, em 2008, cujas composições são de R. R. Soares em parceria com Carlinhos GerD, vocalista da GerD. Vida pessoal Durante mais de vinte anos foi casada com o compositor Carlos Mendes, com quem teve os filhos Jorge e Karla. Os dois se conheceram nos palcos, e de uma parceria musical, a relação se transformou em amizade, e depois em namoro. Carlos produziu diversos discos de Carmen, tanto em português quanto em espanhol. Mesmo após o divórcio continuaram amigos, e quando havia oportunidade, trabalhavam juntos escrevendo e gravando músicas. Morte Carmen morreu em São Paulo em 26 de setembro de 2016, aos 71 anos, vítima de uma parada cardíaca provocada por tromboembolia.
0 0   97   05-09-2022   Shows Ao Vivo   0
Elba Ramalho canta "Chão de giz" ao vivo no Programa Livre (1996) INÉDITO 05:03
Elba Ramalho canta "Chão de giz" ao vivo no Programa Livre (1996) INÉDITO
Elba Ramalho (1951) é uma cantora e atriz paraibana, uma das principais intérpretes da música brasileira. Entre seus sucessos destacam-se: “Bate Coração”, “De Volta Pro Aconchego”, “Banho de Cheiro” e “Eu só Quero um Xodó”. Elba Maria Nunes Ramalho (1951), conhecida como Elba Ramalho, nasceu em Conceição do Vale do Piancó, no interior da Paraíba, no dia 17 de agosto de 1951. Em 1962 mudou-se com a família para a cidade de Campina Grande, onde seu pai comprou o cinema local. Desde criança já demonstrava interesse pelas artes. Em 1968, quando cursava Sociologia na Universidade Federal da Paraíba, formou um conjunto chamado “As Brasas”, onde cantava e tocava bateria. Em 1974 acompanhou, como crooner, o grupo Quinteto Violado para uma temporada no Rio de Janeiro para participar do espetáculo “A Feira”, e decidiu ficar na cidade. Nesse mesmo ano, participou da peça “Viva o Cordão Encarnado”, com o grupo de teatro Chegança, de Luís Mendonça. Com sua voz estridente e um domínio de palco, em 1978 foi convidada para participar da primeira montagem da peça “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque, ao lado de Marieta Severo. Em 1979, Elba lançou seu primeiro LP “Ave de Prata”, com direito a uma música de Chico Buarque “Não Sonho Mais”. Depois vio o disco: “Capim do Vale” (1980). Nesse mesmo ano, fez sua primeira turnê internacional, na África. No ano seguinte, participou do Festival de Jazz de Montreux, na Suíça e lançou “Elba Ramalho” (1981). O disco mais representativo da cantora, que a tornou conhecida nacionalmente foi “Alegria” (1982). Com uma imagem brejeira e sua voz aguda (e em alguns momentos estridente), a cantora reuniu um repertório dos então novatos Zé Ramalho e Alceu Valença e da dupla, Antônio Barros e Cecéu com os hits “Bate Coração” e “Amor com Café”. Fez shows na Europa e em Israel. Em 1983 lançou o LP “Coração Brasileiro”, que despontou com o sucesso “Banho de Cheiro”. Em 1996, Elba voltou às suas origens nordestinas com o disco “Leão do Norte”, com a música título de autoria de Lenine e produzido por Robertinho do Recife. O espetáculo homônimo recebeu o prêmio de melhor do ano. Nessa mesma época lançou “O Grande Encontro”, álbum gravado ao vivo, com Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho. Em 2004 fez uma turnê nacional com Dominguinhos, que foi o ponto de partida para o disco lançado em 2005, gravado em estúdio com músicas inéditas como “Rio de Sonho”, “Forrozinho Bom” e “Chama”, como os clássicos de autoria de Dominguinhos, como “Eu só Quero um Xodó” e “De Volta Pro Aconchego”. Em 2014, Elba fez uma turnê nacional com o espetáculo “Cordas, Gonzaga e Afins”, que vai ser lançado em DVD, ao vivo, gravado em setembro de 2014, no Chevrolet Hall, em Olinda, PE, quando recebeu o músico Naná Vasconcelos (1944-2016) e o cantor e compositor Marcelo Jeneci.
0 0   72   05-09-2022   Shows Ao Vivo   0
Milionário & Mathias cantam Na segunda feira à noite  no Sabadão Sertanejo (1992) INÉDITO NO YOUTUBE 03:22
Milionário & Mathias cantam Na segunda feira à noite no Sabadão Sertanejo (1992) INÉDITO NO YOUTUBE
Romeu Januário de Matos (Monte Santo de Minas, 9 de janeiro de 1940), mais conhecido pelo nome artístico Milionário é um cantor brasileiro de música sertaneja. Primeiros anos e formação da dupla Milionário fez parte da importante dupla sertaneja Milionário & José Rico. Conheceram-se em 1970, quando os dois se encontraram no Hotel dos Artistas, na cidade de São Paulo. Ao serem apresentados, José Rico disse seu nome a Romeu, pois já tinha o apelido de José Rico, nome esse dado quando criança por um padre da cidade de Terra Rica, no Paraná, onde cantava no coral da igreja. Romeu tinha o nome artístico de Tubarão. Formaram então a dupla "Tubarão e José Rico", porém, um dia, ao assistir a uma propaganda do Baú da Felicidade no Programa Silvio Santos, o "Baú Milionário", Romeu então teve a ideia de alterar o nome de Tubarão para Milionário, dando início então à dupla Milionário & José Rico, no ano de 1973. Carreira Além de vários discos e DVD's, a dupla Milionário e José Rico atuou no cinema em dois filmes: Na Estrada da Vida, de Nelson Pereira dos Santos, e Sonhei com Você, de Ney Sant'Anna, filho de Nelson. Em 1991, Milionário se separou de José Rico e, em 1992, formou a dupla Milionário & Mathias, que emplacou o sucesso "Na Segunda Feira à Noite" em todo Brasil. Em 1993, formou a dupla Milionário & Robertinho, que teve curta duração. Após a morte de José Rico, o cantor Milionário, em 2016, passou a fazer dupla com Marciano, que até então fazia carreira solo após separar-se de João Mineiro em 1993.[4][5] A dupla estava junta até o falecimento de Marciano, em 18 de janeiro de 2019, vítima de infarto.[6] Em 2019, Milionário foi internado no Hospital Beneficência Portuguesa, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, após reclamar de fortes dores nas pernas. Após dois dias no hospital, ele recebeu alta no dia 31 de outubro. Anísio Roberto de Carvalho, o Mathias (Uberlândia ou Carmo do Paranaíba) nasceu no dia 14 de fevereiro de 1945. Famoso cantor brasileiro que, junto com João Batista Bernardo, formou a dupla Matogrosso & Mathias. Eles eram conhecidos com as músicas "Pele de Maçã", "Tentei te Esquecer" e "Idas e Voltas" entre outras. Antes da Fama Ele se apresentou em casas noturnas e churrascarias na década de 70. Curiosidades Ele lançou 20 álbuns entre 1976 e 2004.
0 0   78   05-09-2022   Shows Ao Vivo   0