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Shows Ao Vivo - Página 137

Aqui listamos os melhores Shows Vivo de todos os tempos

José Augusto: Sábado (Xou da Xuxa) 1987 / INÉDITO 06:36
José Augusto: Sábado (Xou da Xuxa) 1987 / INÉDITO
José Augusto Cougil Novoa (Rio de Janeiro, 16 de agosto de 1953) é um cantor e compositor brasileiro. Filho único de Sofhia Cimillo Cougil e Augusto Cougil Novoa, aos 8 anos começou a estudar piano, harmonia e solfejo no conservatório nacional de música do Rio de Janeiro. Logo depois ganha um piano de presente do pai para praticar em casa. Com 12 anos ganhou o primeiro violão, e aprende a tocar o básico. Aos 14 anos participou do festival de música de Santa Teresa quando recebeu o seu primeiro prêmio como melhor interprete do festival.[1] Dos 14 aos 17, fez testes em quase todas as gravadoras do Brasil sendo reprovado em todas, até que conseguiu uma nova chance com o produtor Renato Corrêa, integrante do grupo Golden Boys tendo assim a oportunidade de cantar com a orquestra do Maestro Gaya, sendo aprovado e pronto para gravar seu primeiro disco. A carreira do cantor e compositor começou em 1972, quando ele levou uma fita de suas músicas à então gravadora EMI. O produtor de discos Renato Correia, logo percebeu o talento de José Augusto, e imediatamente recomendou sua contratação. Em 1972 teve sua primeira composição gravada por Cauby Peixoto. No mesmo ano gravou um compacto simples como teste. Em 1973 gravou o seu primeiro disco oficial com a música "De Que Vale Ter Tudo Na Vida" com vendagem de um milhão de cópias. Década de 1970 Ao lançar seu primeiro disco em 1973, José Augusto faz sucesso com as músicas "De Que Vale Ter Tudo Na Vida" e "Eu Quero Apenas Carinho". Logo em seguida ele lançou a sua carreira internacional com a música "Luzes da Ribalta" (Candilejas), onde se consagrou com prêmios e sucessos alcançando a marca de cinco milhões de produtos vendidos, no México, Espanha, Argentina, Peru, Colômbia, Costa Rica, Equador, Venezuela e grande parte latina dos Estados Unidos. Década de 1980 Mesmo se dedicando ao mercado latino, Augusto continuou lançando discos no Brasil e compondo para vários artistas: Alcione, Simone, Chitãozinho e Xororó, Fafá de Belém entre muitos outros. E assim, em 1985 surgiu mais um hit, a música "Fantasias", que rompeu o bloqueio das rádios Fm no Brasil que na época não divulgavam os artistas populares. Augusto ainda fechou a década com uma série de sucesso; "Sábado", "De Igual Pra Igual" "Chuvas de Verão" "Eu e você", "Fui Eu", "Só Você", "Amantes" entre outras. Década de 1990 Consagrado no mercado latino e no cenário nacional, José Augusto abre a década com mais um hit, a música "Aguenta Coração" (Tema da novela Barriga de aluguel da Rede Globo). Devido ao sucesso da trama também no exterior, o cantor grava a canção em espanhol e em italiano. O artista permanece durante meses na parada latino-americana da revista Billboard e recebe pela primeira vez o Prêmio "Aplauso" na categoria de melhor cantor latino. Depois de um ano e meio no primeiro lugar nas rádios do Brasil, ele volta a emplacar mais um sucesso do mesmo disco, a música "Sonho por sonho". A década é marcada por vários sucessos e convidados. Xuxa participou do tema de abertura da novela "Sonho meu" da Rede Globo", autoria de José Augusto & Carlos Colla. Com a diva da música americana Dionne Warwick, José Augusto cantou "Quase um sonho". Outras canções que marcaram a década foram; "A noite mais linda" (Tema da novela O Mapa da Mina), "Bate coração" (Tema da novela De Corpo e Alma), "Te Amo" (Tema da novela Torre de Babel), "Por eu ter me machucado" (Tema da novela A Indomada), "A minha história" também gravada em espanhol e executada até hoje no Brasil e nos países Latinos. Década de 2000 Paralelamente a agenda de shows no Brasil, José Augusto segue fazendo shows em Portugal, Porto Rico e Angola. Em 2001, José Augusto lança um projeto especial pela Abril Music "De Volta Para o Interior". O projeto relembra grandes sucessos da música regional; "Beijinho Doce", "Menino da porteira", "Vida de viajante" além da música "Indiferença" regravada por ele. De 2002 a 2005, afastado do cenário musical, resolve se dedicar as composições até que em 2006 com a Música "Cuba" ele retorna com a sua turnê pelo exterior e decide morar em Miami até o final de 2007 quando retornou ao Brasil para gravar o CD-DVD "Agüenta coração" Ao vivo.
0 0   101   05-09-2022   Shows Ao Vivo   0
Zero canta "Agora Eu sei" no Cassino do Chacrinha em 1986 04:46
Zero canta "Agora Eu sei" no Cassino do Chacrinha em 1986
Zero (estilizado ZERØ) é uma banda de rock brasileira formada em 1983 em São Paulo e situada no Rio de Janeiro desde 1998, considerada a maior precursora do movimento New Romantic no Brasil. História Primeira formação e "Heróis" (1983–1985) O Zero surgiu das cinzas do Ultimato (anteriormente conhecido como Lux), uma banda de punk jazz/no wave instrumental formada em São Paulo em 1978 (e rebatizada para Ultimato em 1981) por Fabio Golfetti, Alberto "Beto" Birger, Cláudio Souza, Gilles Eduar e Nelson Coelho. O futuro vocalista Guilherme Isnard, que recentemente havia deixado sua banda anterior, o Voluntários da Pátria, foi introduzido ao Ultimato por seu amigo Luiz Antônio Ribas, dono da extinta gravadora independente Underground Discos e Artes; Isnard então decidiu-se juntar à banda, e conversou com seus integrantes sobre acrescentar letras às suas canções. Seu estilo musical acabou por mudar para um "art rock com pegada pós-punk", nas palavras de Isnard,[3] e em 1983 se reorganizaram como Zero. Seu primeiro lançamento foi o single "Heróis", que saiu pela CBS Records em 1985. Mudanças na formação, Passos no Escuro e Carne Humana (1985–1987) Em 1985, a banda participou do primeiro álbum da cantora May East, Remota Batucada, na faixa "Caim e Abel" — porém também sofreria uma grande reestruturação em sua formação no mesmo ano, com todos os seus membros menos Isnard saindo. Muitos de seus ex-membros começariam seus próprios projetos: Fabio Golfetti e Cláudio Souza formaram a influente banda de rock psicodélico Violeta de Outono, Beto Birger compôs o Nau com Vange Leonel, Gilles Eduar foi para o Grupo Luni e Nelson Coelho criou o Dialeto. Juntou-se a Isnard, então, a formação "clássica" da banda: Alfred "Freddy" Haiat (ex-Degradée e irmão do guitarrista do Metrô Alec Haiat) no teclado, Ricardo "Rick" Villas-Boas no baixo, Eduardo Amarante (ex-Agentss e Azul 29) na guitarra e Athos Costa na bateria. Seu primeiro grande lançamento de estúdio foi o extended play Passos no Escuro, pela EMI; foi um sucesso de vendas, ganhando um Disco de Ouro pela ABPD. O EP gerou os sucessos "Formosa" e "Agora Eu Sei", o último contando com uma participação especial do vocalista do RPM Paulo Ricardo providenciando vocais adicionais. Em 1987, Athos Costa deixou a banda e foi substituído pelo também ex-Azul 29 Malcolm Oakley. A banda então começou a trabalhar em seu primeiro álbum de estúdio, Carne Humana, que gerou os também populares singles "Quimeras" e "A Luta e o Prazer". No mesmo ano abriram shows da turnê Break Every Rule deTina Turner em São Paulo e no Rio de Janeiro. Separação (1989) Citando sua falta de interesse em continuar com a banda, Guilherme Isnard anunciou que o Zero estava chegando ao fim em 1989.[7] Ele então passou a trabalhar em outros projetos, entre eles a banda cover do Roxy Music e de Bryan Ferry Roxy Nights e interpretou standards do Jazz e do Samba Canção como Guillaume Isnard e os Psicofônicos. Após uma apresentação com o cantor Miltinho em 1992, voltou a morar no Rio de Janeiro e parou de cantar até 1997, quando decidiu retomar a carreira. Rick Villas-Boas mudou-se temporariamente para a Holanda antes de voltar ao Brasil; Eduardo Amarante mudou-se para Salvador; Malcolm Oakley tornou-se publicitário; e Freddy Haiat administra sua empresa de fabricação e importação de instrumentos musicais com seu irmão Alec. Reunião (1998–) Isnard reuniu-se à formação clássica do Zero para um show celebrando o 15º aniversário da banda em 1998; seria apenas por um dia, mas a resposta dos fãs foi tão positiva que acabaram por anunciar uma reunião definitiva. Seu primeiro lançamento após o hiato (porém com uma formação levemente diferente — Sérgio Naciffe entrou como baterista, Jorge Pescara[1][3] no baixo e chapman stick e JP Mendonça como um tecladista adicional) foi a compilação Electro Acústico, que saiu em 2000 pela Sony e continha regravações acústicas de algumas das canções antigas da banda, mais três faixas inéditas. Contou com a participação especial de Andrea Dutra do Arranco de Varsóvia, Philippe Seabra do Plebe Rude e Bruno Gouveia do Biquini Cavadão. Em 2003, para celebrar o 20º aniversário da banda, a EMI lançou Obra Completa, uma combinação de Passos no Escuro e Carne Humana em apenas um CD. Em 2004, a Voiceprint Records lançou Dias Melhores, uma compilação de demos até então jamais lançados e outros materiais antigos gravados pela banda entre 1984 e 1985. Em 2004 o Zero sofreu mais uma mudança em sua formação, com a entrada de Yan França na guitarra, Eliza Schinner no baixo e Fabiano Matos na bateria, substituído por Vitor Vidaut em 2007; em 30 de agosto do mesmo ano, lançaram às próprias custas seu primeiro álbum de inéditas desde 1987, Quinto Elemento, com Jorge Pescara assumindo o baixo. Demos preliminares de cada uma das canções foram disponibilizadas para escuta no perfil oficial do Myspace da banda.
0 0   83   05-09-2022   Shows Ao Vivo   0
Leo Jaime canta "Nada mudou" no Cassino do Chacrinha (1987) INÉDITO. 04:32
Leo Jaime canta "Nada mudou" no Cassino do Chacrinha (1987) INÉDITO.
Leonardo "Leo" Jaime (Goiânia, 23 de abril de 1960) é um ator, cantor, compositor, escritor e jornalista brasileiro. Leo Jaime participou da formação original do grupo carioca de rockabilly João Penca e Seus Miquinhos Amestrados, e saiu do grupo para seguir carreira solo. Foi Leo Jaime que indicou Cazuza à então nascente banda Barão Vermelho, recusando o posto de vocalista. Leo Jaime fez muito sucesso na década de 1980, quando emplacou vários hits nas rádios do Brasil, além de fazer trilhas sonoras para filmes e novelas. Seus principais discos solo são Phodas "C", de 1983 e Sessão da Tarde, lançado em 1985 (que vendeu mais de 160 mil cópias).[4] Lançou Todo Amor em 1995, uma obra de intérprete e Ïnterlúdio, em 2008, com canções inéditas. Como ator, Leo Jaime atuou na telenovela Bebê a Bordo, de 1988, como Zezinho, nos filmes O Escorpião Escarlate, Rádio Pirata, Rock Estrela e As Sete Vampiras e também no teatro, como no musical Vitor ou Vitória, em São Paulo, ao lado de Marília Pêra e no musical Era no Tempo do Rei, baseado na obra de Ruy Castro, interpretando Dom João VI. Como dublador, interpretou o personagem "Raiva", na animação da Disney "Divertida Mente" (Inside-Out - 2015). Também escreve para televisão, jornais e revistas. É cronista, foi autor/redator de textos para programas da televisão como Domingão do Faustão e Megatom, na Globo, e comentarista de futebol no SBT. Suas crônicas foram publicadas nos jornais O Globo e O Dia e nas revistas Desfile e Capricho. Seu último papel na TV foi na telenovela Novo Mundo, mais uma vez interpretando o rei Dom João VI. Participou do programa Papo de Segunda, no canal GNT. Apresenta às segundas-feiras o programa Papo de Almoço, transmitido pela Rádio Globo. Eventualmente colabora com o podcast Podcrastinadores, do seu ex-companheiro de trabalho Fernando Caruso.
0 0   68   05-09-2022   Shows Ao Vivo   0
Leo Jaime canta "Nada mudou" no Cassino do Chacrinha (1987) INÉDITO. 04:32
Leo Jaime canta "Nada mudou" no Cassino do Chacrinha (1987) INÉDITO.
Leonardo "Leo" Jaime (Goiânia, 23 de abril de 1960) é um ator, cantor, compositor, escritor e jornalista brasileiro. Leo Jaime participou da formação original do grupo carioca de rockabilly João Penca e Seus Miquinhos Amestrados, e saiu do grupo para seguir carreira solo. Foi Leo Jaime que indicou Cazuza à então nascente banda Barão Vermelho, recusando o posto de vocalista. Leo Jaime fez muito sucesso na década de 1980, quando emplacou vários hits nas rádios do Brasil, além de fazer trilhas sonoras para filmes e novelas. Seus principais discos solo são Phodas "C", de 1983 e Sessão da Tarde, lançado em 1985 (que vendeu mais de 160 mil cópias).[4] Lançou Todo Amor em 1995, uma obra de intérprete e Ïnterlúdio, em 2008, com canções inéditas. Como ator, Leo Jaime atuou na telenovela Bebê a Bordo, de 1988, como Zezinho, nos filmes O Escorpião Escarlate, Rádio Pirata, Rock Estrela e As Sete Vampiras e também no teatro, como no musical Vitor ou Vitória, em São Paulo, ao lado de Marília Pêra e no musical Era no Tempo do Rei, baseado na obra de Ruy Castro, interpretando Dom João VI. Como dublador, interpretou o personagem "Raiva", na animação da Disney "Divertida Mente" (Inside-Out - 2015). Também escreve para televisão, jornais e revistas. É cronista, foi autor/redator de textos para programas da televisão como Domingão do Faustão e Megatom, na Globo, e comentarista de futebol no SBT. Suas crônicas foram publicadas nos jornais O Globo e O Dia e nas revistas Desfile e Capricho. Seu último papel na TV foi na telenovela Novo Mundo, mais uma vez interpretando o rei Dom João VI. Participou do programa Papo de Segunda, no canal GNT. Apresenta às segundas-feiras o programa Papo de Almoço, transmitido pela Rádio Globo. Eventualmente colabora com o podcast Podcrastinadores, do seu ex-companheiro de trabalho Fernando Caruso.
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Dalvan e Dave Maclean cantam "Vim Pra Dizer Adeus" We Said Goodbye no   Jovem Guarda Sertaneja 1995 04:15
Dalvan e Dave Maclean cantam "Vim Pra Dizer Adeus" We Said Goodbye no Jovem Guarda Sertaneja 1995
João Gomes de Almeida (Planaltina do Paraná, 9 de Outubro de 1951), mais conhecido como Dalvan, é um cantor e compositor brasileiro. Junto com Duduca, formou a dupla sertaneja de sucesso batizada "Duduca & Dalvan" por quase 9 anos de carreira. Dalvan, desde os tempos que havia prestado o serviço militar em Brasilia, já era experimentado a tocar vários instrumentos, e já tinha experiência como compositor, mas aos 20 anos de idade iniciou carreira como policial militar, que durou por três anos. Em 1975, Duduca começou a trabalhar com roteiros e composições de trilhas para cinema, e ambos vieram a se conhecer ao atuarem no filme "Entre o Céu e O Inferno da Camanducaia", em 1977. Nas pausas entre as gravações relaxavam tocando violão e cantando, brotando a amizade. A partir daí começaram a ensaiar, e ganharam o apoio do compositor Lourival dos Santos. A dupla fez imenso sucesso nas rádios AM do Brasil na década de 1980. Suas músicas mais famosas foram valorizadas no contexto das "Diretas Já" , caindo no gosto de movimentos sociais como a Pastoral da Terra. Com o falecimento de Duduca, em 1986, Dalvan seguiu carreira solo por diversos gêneros musicais, indo do Rock ao Gospel e gravando alguns discos. Em 2007 ele fez uma parceria com o cantor Donizetti , e desta nova dupla apenas um disco foi lançado e não emplacou. Tempos depois a dupla Duduca & Dalvan voltou às atividades, mas tendo o ex-radialista paranaense Almir Coelho da silva, como o novo Duduca, no lugar de José Trindade. Dave Maclean, nome artístico de José Carlos Gonzales (São Paulo, 29 de setembro de 1944) é um cantor e compositor brasileiro, cujo repertório cantado em inglês fez muito sucesso na década de 1970. Biografia Filho de espanhol, já aos cinco anos de idade Dave se interessou em cantar e tocar. Em 1969, fundou no ABC, na Grande São Paulo, um conjunto de bailes chamado "Os Botões", que posteriormente passou a se chamar "The Buttons". Em 1973, uma empresa ligada à Rede Globo, do Sistema Globo de Gravações (SIGLA), mais conhecida por Som Livre, faz uma proposta para Dave gravar em inglês, cujas músicas seriam inseridas nos temas das telenovelas. Naquele período, as trilhas sonoras da Som Livre, destacadas nos folhetins televisivos de maior audiência entre todas as emissoras de TVs do país, faziam decolar as vendas de quaisquer discos dentro de sua programação. Foi assim que Dave se tornou muito popular no Brasil. Anos 1970 Dave emplacou vários hits como "Me and you", tema da novela Os Ossos do Barão (que ocupou a primeira posição na tabela musical no país em 1974), "We Said Goodbye", "Tears" (também gravada por Chrystian), e "Feelings". "We Said Goodbye" foi um estrondoso sucesso, e recebeu disco de ouro no México e no Brasil. No México, Dave conseguiu um notável feito de colocar na parada de sucessos quatro músicas entre as dez primeiras. O cantor também teve reconhecimento em países como Filipinas, Equador, Panamá, Portugal, Estados Unidos, Espanha, França e Inglaterra. Anos 1980/1990 Em 1980, a febre dos cantores brasileiros gravando em inglês havia arrefecido. Dave convida os irmãos Munhoz para formarem o trio "Dollar Company", que permaneceu por mais de 15 anos. Em 1996, Dave tomou um novo rumo à sua carreira musical, e montou uma nova banda: "Montana Country", aproveitando uma nova onda de modernização da música country americana. Compositor Como compositor de música pop/sertaneja, seus trabalhos em português foram divulgados por artistas como Gian e Giovani (Mil corações), Sergio Reis (Palavras de amor e Na outra mão), Sula Miranda (Fogo e palha), Sandy e Júnior (Para dançar com você e Ser Criança), Nalva Aguiar (Cowboy de rodeio), entre outros. Dave também participou das gravações de outros artistas, expoentes da música nacional, tais como: Zezé di Camargo e Luciano, Leandro e Leonardo, Edson e Hudson, Amado Batista, Joana, Sergio Reis, Sula Miranda, Willie Nelson, Duduca e Dalvan, Marlon e Maycon, entre outros. Anos 2010 Atualmente, Dave faz apresentações com a música pop, cantando canções de Bee Gees, Elton John, Johnny Rivers e Beatles. Se apresenta também no show "Hits Again", interpretando seus antigos sucessos e de seus contemporâneos da melhor fase, nos anos 1970, como Paul Denver, Steve Maclean, Pholhas, entre outros.
0 0   134   05-09-2022   Shows Ao Vivo   0
Agepê canta "A dona do meu ser" no Cassino do Chacrinha (1988) INÉDITO / HIGH QUALITY 04:12
Agepê canta "A dona do meu ser" no Cassino do Chacrinha (1988) INÉDITO / HIGH QUALITY
Antônio Gilson Porfírio, mais conhecido como Agepê (Rio de Janeiro, 10 de agosto de 1942 — Rio de Janeiro, 30 de agosto de 1995), foi um cantor e compositor brasileiro. O nome artístico decorre da pronúncia fonética das iniciais do nome de batismo do cantor, "AGP". Biografia Antes da fama, trabalhou como transportador de bagagem onde era conhecido como Ripinha e também foi técnico projetista da extinta TELERJ, a que abandonaria para se dedicar à carreira artística. A carreira fonográfica teve início em 1975 quando lançou o compacto com a canção Moro onde não mora ninguém, primeiro sucesso dele, que seria regravada posteriormente por Wando. Nove anos depois, lançou o sucesso estrondoso Deixa eu te amar, que fez parte da trilha sonora da telenovela Vereda Tropical, de Carlos Lombardi. O disco Mistura Brasileira, que continha esta canção, foi o primeiro disco de samba a ultrapassar a marca de um milhão de cópias vendidas (vendeu um milhão e meio de cópias). A carreira destacou-se por um estilo mais romântico, sensual e comercial, em que fez escola. Foi integrante da ala dos compositores da Portela, contendo um repertório eclético, composto principalmente por baião e teve no compositor Canário o mais frequente parceiro. Na sua voz tornaram-se consagradas inúmeras composições da autoria, como Menina dos cabelos longos, Cheiro de primavera, Me leva, Moça criança dentre outras. Também regravou "Cama e Mesa", de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, com grande sucesso. No dia 27 de agosto de 1995, o músico foi internado na Clínica São Bernardo (RJ) por conta de uma Úlcera agravada pelo Diabetes. Entrando, no dia seguinte, em coma profundo. Faleceu no dia 30 de Agosto de 1995 e foi enterrado no Cemitério São Francisco Xavier no Caju (RJ).
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Sula Miranda canta "Anúncio de jornal" no Sabadão Sertanejo (13/06/1992) INÉDITO NO YOUTUBE 03:53
Sula Miranda canta "Anúncio de jornal" no Sabadão Sertanejo (13/06/1992) INÉDITO NO YOUTUBE
Suely Brito de Miranda (São Paulo, 12 de novembro de 1963), mas conhecida pelo nome artístico Sula Miranda, é uma cantora e apresentadora brasileira. Após o início como vocalista do grupo As Melindrosas, lançou-se em carreira solo em 1986 cantando música sertaneja. É irmã da também cantora Gretchen e tia do político Thammy Miranda. Começou sua carreira musical no grupo "As Mirandas", juntamente com suas irmãs Yara e Maria Odete (Gretchen) e mais tarde viraram o quarteto As Melindrosas com a inclusão da amiga Paula. O primeiro LP "Disco Baby" foi um enorme sucesso, alcançando a marca de 1 milhão de cópias vendidas. O sucesso de Sula estava traçado desde o início. Iniciou carreira solo assinando contrato com a 3M do Brasil em julho de 1986, ano que lançou seu primeiro disco. Em outubro desse ano, já era recorde de vendas. Ela veio no movimento de renovação que a música sertaneja estava tendo, o new sertanejo ou sertanejo-urbano, mistura da tradicional música caipira com toques de modernidade nos temas e na introdução de instrumental eletrônico. E assim, ela estava preparada para buscar o seu objetivo. Era jovem, talentosa, cheia de garra e o novo gênero tomou conta dos programas de rádio e televisão. Sula sabia que as pessoas que gostavam deste gênero musical, gostavam de ouvir falar da vida dos peões de boiadeiro e dos caminhoneiros e a maioria dos cantores e duplas sertanejas dedicavam faixas em seus discos a estas duas classes. Teve a felicidade de encomendar uma música a Joel Marques, compositor consagrado, e queria uma canção que falasse da vida da esposa do caminhoneiro. Este foi o segredo do sucesso e a empatia do público com a música "Caminhoneiro do Amor" foi imediata. Em dois meses, todas as rádios a estavam tocando. Dias depois do lançamento, as vendas lhe renderam um Disco de Ouro, com mais de 100 mil cópias vendidas e recebeu o título de "Rainha dos Caminhoneiros". Aproveitando o embalo, Sula gravou um videoclipe. Os convites para shows não paravam. Chegou o sucesso e Sula sabia que tinha que aproveitar. Fazia uma média de 25 shows por mês em eventos por todo Brasil. Ao longo de sua carreira tem gravados 17 discos, com muitos compositores famosos e conceituados, sendo 12 deles com músicas sertanejas inéditas e regravações, 3 coletâneas com maiores sucessos e 2 com músicas gospel. Sula Miranda, sempre teve forte presença no palco. Atraía públicos de 30 mil a 100 mil pessoas em cada show. Com seu carisma, prestígio e credibilidade tornou-se uma das maiores cantoras do estilo sertanejo, um verdadeiro ícone, sendo muito requisitada no país para anúncios e campanhas publicitárias. Participou de vários eventos de programas de estrada, como o Clube Irmão Caminhoneiro Shell e Siga Bem Caminhoneiro, onde se apresentava em shows, tarde de autógrafos e outras atividades. Vida Pessoal Nascida e criada em uma família humilde na periferia da Capital Paulista, possui duas irmãs: Gretchen e Yara Miranda. Filha de Maria José Brito de Miranda e Mário de Miranda. Teve de conviver com seu pai alcoólatra, que agredia a ela e suas irmãs, além de espancar sua mãe. Ele era contra sua carreira artística e de Gretchen. Sula nasceu com um estreitamento na laringe, dificultando a passagem dos alimentos. Também nasceu com o timo aumentado, dificultando qualquer tipo de alimentação. Qualquer secreção na saliva era suficiente para que a recém-nascida engasgasse, colocando em risco sua vida. Era uma situação muito difícil, que obrigava uma constante vigilância, principalmente à noite, quando os pais se revezavam na cabeceira de Sula. O pediatra Dr. Jayme Murahovschi que acompanhava a doença de Sula resolveu tentar um tratamento à base de fortes antibióticos. Corria riscos com esse tratamento, mas havia chances de cura. Deu certo. Durante toda infância em um sobrado que tinha um salão grande na parte inferior. As brincadeiras vividas pelas irmãs nesse ambiente podem ter influenciado bastante na carreira artística delas. Por causa dos problemas de saúde de Sula, aliados a um excessivo ciúme das filhas, o pai não permitia que elas brincassem como outras crianças nas ruas. Por conta disso, Seu Mário volta e meia chegava do trabalho carregado de brinquedos e instrumentos musicais; tudo para que as meninas ficassem sempre em casa. As três gostavam muito de tocar os cantores da Jovem Guarda na vitrolinha que ganharam do pai. Dançavam, tocavam instrumentos e cantavam o tempo todo. Das brincadeiras musicais participavam também as amiguinhas do bairro. Era uma algazarra tão grande que deixavam à mãe e as empregadas da casa enlouquecidas. No meio de tanta música e instrumentos musicais, todas se dedicaram ao aprendizado de violão. Sula aprendeu também um pouco de piano. Com 16 anos, sua irmã Gretchen resolveu dar aulas desse instrumento. Uma de suas alunas, chamada Paula, acabou se tornando grande amiga das três irmãs. Este relacionamento de amizade gerou a criação de um grupo musical “As Mirandas”.
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