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Shows Ao Vivo - Página 141

Aqui listamos os melhores Shows Vivo de todos os tempos

Amado Batista canta "Menininha meu amor" no Clube do Bolinha em 1985 03:06
Amado Batista canta "Menininha meu amor" no Clube do Bolinha em 1985
Amado Rodrigues Batista (Catalão, 17 de fevereiro de 1951) é um cantor, compositor, empresário e produtor musical brasileiro. Ao longo de seus 44 anos de carreira, gravou 38 discos, sendo 28 inéditos, vendeu mais de 38 milhões de discos, recebeu centenas de prêmios, entre eles, 28 discos de ouro, 28 de platina e um de diamante, se consagrando como um dos artistas de maior vendagem da história da musica popular brasileira. É também proprietário da rádio Amor FM 103.7, de Anápolis, Goiás. Biografia e carreira É filho de Sebastião Rodrigues da Silva e Joana Batista Rodrigues, sendo o caçula numa família de 8 irmãos (Artênio, Ana, Soeli, Paulo, Suelene, Benicio e Olício). Sua trajetória tem um enredo parecido com o de muitos artistas brasileiros: origem humilde e pobre, o sonho de ficar famoso e os percalços enfrentados até chegar ao topo. Amado Rodrigues Batista nasceu em fevereiro de 1951 em uma fazenda de Davinópolis, em Goiás, na época distrito de Catalão. Amado gravou seu primeiro disco em 1975, Amado Batista, que é um compacto duplo com três músicas de sua autoria e também a toada "Chitãozinho e Xororó", composta por Athos Campos e Serrinha. Porém, o disco não teve sucesso. Em 1976, gravou um compacto simples com duas músicas em parceria com Reginaldo Sodré. Desta vez alcançou mais sucesso, vendendo mais de 100 mil cópias com a música "Desisto" nas paradas de sucesso. Em 1977, lançou seu primeiro LP, Canta o Amor, que repetiu o sucesso do disco anterior. Em 1978, assinou contrato com a gravadora Continental, garantindo maior repercussão nacional ao seu trabalho. Em 1979, teve grande sucesso com a música "O Fruto do Nosso Amor", de Vicente Dias e Praião II. Com um repertório basicamente romântico, fez em seus trabalhos uma fusão da Jovem Guarda com modas de viola, passando por referências a Elvis Presley e aos Beatles. Com mais de 20 anos de carreira, tornou-se um dos maiores vendedores de discos da música popular brasileira. Amado teve mais de 15 discos e 12 milhões de cópias vendidas e recebeu 14 discos de ouro, 13 discos de platina e um disco de diamante. Em 1985, transferiu-se para a gravadora RCA pela qual lançou, entre outros trabalhos, o LP Um Pedaço de Mim em 1993, que em poucas semanas chegou a 600 mil cópias vendidas, com destaque para os sucessos Vida Cor-de-Rosa" e "Um Pedaço de Mim". Devido ao sucesso daquele disco, o cantor passou a fazer em média de 20 a 25 shows por mês. Entre outras, tiveram sucesso as músicas "Serenata", composta por ele e José Fernandes , "O Julgamento", escrita Walter José e Sebastião Ferreira da Silva, "O Acidente", de Roberto Ney e Deny Wilson, "Ah! Se Eu Pudesse", de Vicente Dias, e "Hospício", do próprio Amado junto com Reginaldo Sodré. Em 1994, a música "Eu Amo Você", com Reginaldo Sodré, foi regravada por Odair José em seu álbum Luz Acesa. Em 1998, lançou seu primeiro álbum ao vivo, Amado Batista Ao Vivo, que teve músicas como "Anjo Bom", de Sebastião Ferreira da Silva e Ary Gonçalves, "Seresteiro das Noites", composta por José Fernandes, "Vida Cor de Rosa", escrita por Odair José, Xandó e Ricardo Noronha, além de músicas em parceria com Reginaldo Sodré, como "Pra Que Fugir de Mim" e "Como Na Primeira Vez". No ano seguinte, foi para a Warner Music, lançando o CD O Pobretão, música-título composta por ele e Reginaldo Sobré. Em 2000, lançou o CD Estou Só, que teve os sucessos "Tá Com Raiva de Mim", "Me Apaixonei", "Será Que Ela Me Ama?" e a música-título. Em 2001, lançou seu 23º álbum, Amor, com músicas de destaque "Secretária", "Que Bom Seria", "Deusa Nua" e "Seus Olhos".
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Felipe e Falcão cantam "Deixa eu te amar por favor" no Clube do Bolinha em 1991 03:46
Felipe e Falcão cantam "Deixa eu te amar por favor" no Clube do Bolinha em 1991
Marcelo Justino de Moraes (Jataí,14 de agosto de 1955) e Antônio Rosa Ribeiro (Morrinhos,15 de setembro de 1956 - Goiânia, 18 de setembro de 2009), ou simplesmente Felipe & Falcão, formaram uma dupla sertaneja brasileira que emplacou vários sucessos em 24 anos de a, até que, infelizmente no dia 18 de setembro de 2009, aos 53 anos, Falcão morreu na cidade de Goiânia, devido a infecção generalizada e erisipela. O último show da inesquecível dupla sertaneja Felipe & Falcão foi realizado em 20 de agosto de 2009 na cidade de Pedrinópolis. Juntos por 24 anos, os goianos formaram uma das duplas de maior prestígio e tradição da música sertaneja. Biografia Antes de o destino unir esses parceiros, Felipe trabalhou como verdureiro e caminhoneiro, mas envolvido com a música desde os 12 anos quando começou a cantar no grupo escolar. Felipe sempre buscou sua realização na música participando de vários festivais. Falcão por sua vez, formado em jornalismo, trabalhava como apresentador da TV Anhanguera de Goiás (TV Globo) e apresentava concursos de música da região e foi em um desses concursos, onde Felipe participava como intérprete e Falcão como apresentador, que foram apresentados por uma amiga em comum. Logo, a amizade não demorou a acontecer e Marcelo Moraes e Antonio Rosa descobriram a afinidade em cantar e compor juntos, ainda sem pretensão de fazer sucesso. "Em 1985 fui participar de um Festival em Goiânia e o Falcão era o apresentador do Festival e logo ficamos amigos. Eu sempre dizia que queria cantar em dupla e comecei a incentivar o Falcão a cantar. Logo ele começou a se interessar e fazer a segunda voz. No ano seguinte deixei o emprego e estruturamos a dupla", conta Felipe. Recebendo o apoio de amigos e da grande incentivadora Fátima Leão, a dupla grava o primeiro álbum em 1986, dando destaque para as músicas “Por Amor se Morre” e “Gosto da Felicidade” obtendo grande repercussão no estado de Goiás e resultando em inúmeras apresentações pela região. Em 1987 veio o segundo disco gravado em São Paulo e a dupla emplaca outros grandes sucessos como: “Que Pena”, “Você é Isso”, ”Homem Tem Que Ter Mulher”. Em todo território nacional, esse álbum atingiu a marca de mais de 300 mil cópias vendidas e a partir daí a dupla lota sua agenda e marca sua carreira com sucessos que para o público também não podem faltar nos shows como: "Deixa Eu Te Amar Por Favor", "Hoje Não é Nosso Dia", "Grito de Amor", "Comitiva dos Solteiros", "Vai Por Aí", "O Milagre da Santa", "Vou Mandar o Paulo Atrás", "O Karatê", entre outras. Além de grande intérprete Felipe reúne em seu histórico como compositor, grandes sucessos gravados por artistas consagrados como: Bruno & Marrone, Edson & Hudson, Daniel, Guilherme & Santiago e Alexandre Pires, além do talento como produtor musical. Com certeza Felipe & Falcão possuíram motivos para comemorar todo sucesso, experiência e respeito adquiridos durante os 24 anos de amizade e trabalho juntos. Após a morte de Falcão Muito abatido com a morte de Falcão, Felipe parou de cantar por um período e, incentivado por fãs, amigos, parceiros e familiares, decidiu procurar um novo parceiro para dar continuidade à dupla; chegou-se a cogitar um concurso, na TV, para selecionar aquele que seria o novo Falcão. Esse concurso acabou não acontecendo, pois Felipe foi apresentado por Elaine Scalon a Almiro Almeida de Oliveira, que integrava a dupla Frank & Jordão. Chama atenção a semelhança tanto do seu porte físico, quanto da voz com o antigo Falcão. Em maio de 2010, a nova formação foi apresentada pelo sertanejo Edson, no programa Rota Sertaneja. No dia 12 de abril de 2018, através de um comunicado oficial, foi anunciado a nova formação da dupla Felipe & Falcão com o cantor Aurélio Bruno Santos, substituindo Almiro Almeida de Oliveira que decidiu se desligar da parceria, onde atuou como Falcão durante anos.
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Teodoro e Sampaio cantam Mulher Chorona no Ratinho (2003) INÉDITO 03:16
Teodoro e Sampaio cantam Mulher Chorona no Ratinho (2003) INÉDITO
Teodoro & Sampaio é uma dupla sertaneja brasileira com repertório de temas variados, indo desde o romantismo a canções que retratam situações bem humoradas do universo masculino brasileiro. Tocando desde 1980, formada inicialmente por Aldair Teodoro da Silva (Ribeirão do Pinhal, 18 de junho de 1941) e Gentil Aparecido da Silva (Uraí, 19 de julho de 1942), o nome da dupla é uma homenagem à uma cidade de Teodoro Sampaio. Ele é reconhecido pela sua proximidade com as agências de fomento musical. Carreira Aldair Teodoro da Silva (Teodoro), nasceu em 18 de junho de 1941 em Santo Antônio da Platina/PR. Filho de Lázaro e Francisca. Iniciou sua carreira quando ainda pequeno, fez dupla com seu pai cantando modas de Tonico e Tinoco, Zé Carreiro e Carreirinho, Zilo e Zalo. Dair, como era chamado, pedia insistentemente ao pai um cavaquinho de presente. E assim fez seu Lázaro; presenteou Dair com o cavaquinho, que logo deu início e marcou a carreira artística de Teodoro. De família muito simples, Teodoro sempre cantava nas inúmeras festas que aconteciam na fazenda em que morava. Aos 18 anos, já tinha claro na cabeça e firme no coração o desejo de ser cantor de música sertaneja, além é claro de todo o apoio que recebia de seu pai - seu grande professor. Assim, com o sonho de ser cantor profissional, Teodoro fez grandes parcerias com Luiz Gonzaga, que não é o rei do baião; Zé da Praia, Zé Tapera com quem fez muito sucesso, e Paraná, da dupla Chico Rey e Paraná, que até chegou a cantar como Sampaio. O jovem cantor se destacou tanto pelo seu domínio da música quanto da visão empreendedora da dupla. Teodoro, ao longo de sua carreira, cantou e começou a disseminar seu sucesso nos circos, apresentou programa de rádio e atualmente apresenta o “Amigos do Teodoro e Sampaio” ao lado seu filho Marcello Teodoro. Desde então a história pessoal de Dair, se converge com sua história profissional, ele é precursor do modelo de empreendedorismo da música sertaneja, criou um novo sistema de gerenciamento de carreira e de negócios musicais. A música sempre esteve presente desde os cafezais até os grandes palcos. Parceiro com grandes músicos, Teodoro hoje é referência na música sertaneja, além de contribuir diretamente com a cultura e valorizar a vida simples. Antes de pegar no primeiro violão, Teodoro pegou na enxada, na foice, no facão, na trilhadeira. Quando passou a viver o sonho de seu pai, de ser artista de voz e viola, tornou-se, para a família, símbolo de superação. Ele representa também o triunfo do povo sertanejo, na sua ousadia de sonhar, mudar e mudar-se, persistir e empreender, trabalhar alegrando-se, vencer cooperando. Gentil Aparecido da Silva (Sampaio), nasceu em 1950 em Uraí/PR. Também deixou a família e a roça em busca do sonho de ser cantor de música sertaneja e com isso fez dupla com Genival, Cabral, Peão Carreiro, e com Teodoro não foi diferente a parceira. Por volta dos dez anos, Gentil já saía fugido dos seus pais para cantar com os tios nas festas dos sítios e nas cidades em volta Uraí e Cornélio Procópio. Aos 14 anos, saiu da roça para tentar fazer carreira na música e cerca de dez anos depois, já morando em São Paulo, trabalhou duro na profissão de metalúrgico. Nos fins de semana, Gentil ia para a Rádio Nacional para se aproximar das duplas e também frequentava as festinhas que as duplas anunciavam pelo rádio. Foi em 1980 que os dois se encontraram e formaram a dupla Teodoro e Sampaio. Em 1981, gravaram o primeiro compacto simples pela PAN com uma música instrumental “Matogrossense” (Zezinha) e “Desbravador do Sertão” (João Gonçalves e Teodoro). Através da gravadora RCA lançaram o primeiro LP com o título “Nos Braços do Mundo”, iniciando esta longa jornada de sucesso. Desde a sua formação, Teodoro e Sampaio se mantém nas paradas de sucesso das rádios, sempre apresentando novidades para seu público, porém sem perder as principais características: a alegria, o romantismo e a descontração. Devido ao reconhecimento e ao grande carinho do público, Teodoro e Sampaio já participaram de programas com abrangência nacional como Domingão do Faustão, Domingo Legal, Programa do Jô, Programa Raul Gil, Domingo Show, Domingo Espetacular, entre outros, em entrevistas exclusivas e especiais musicais. Em média, realizam 200 shows por ano, contando sempre com presença de público em massa. Atualmente, são mais de 1,5 milhão de espectadores anuais. Após o reconhecimento nacional, Teodoro e Sampaio começaram a conquistar espaço no mercado fonográfico internacional realizando, em 2003, sua primeira turnê pelos Estados Unidos. Dois anos depois, retornaram ao país e receberam convites para se apresentar também em países da América Latina, no Japão e na Europa.
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Tributo a Vanusa (Cruzeiro, 22 de setembro de 1947 — Santos, 8 de novembro de 2020) 11:14
Tributo a Vanusa (Cruzeiro, 22 de setembro de 1947 — Santos, 8 de novembro de 2020)
Vanusa Santos Flores, conhecida como Vanusa (Cruzeiro, 22 de setembro de 1947 — Santos, 8 de novembro de 2020), foi uma cantora, compositora e atriz brasileira. Biografia Vanusa Santos Flores nasceu em 22 de setembro de 1947, na cidade de Cruzeiro, estado de São Paulo, sendo criada nas cidades mineiras de Uberaba e Frutal. Aos dezesseis anos, tornou-se vocalista do conjunto Golden Lions. Em uma das apresentações foi ouvida por Sidney Carvalho, da agência de propaganda Prosperi, Magaldi & Maia, que a convidou para ir a São Paulo. Em 1966, durante os últimos anos do movimento cultural Jovem Guarda, apresentou-se no programa O Bom, de Eduardo Araújo, na extinta TV Excelsior de São Paulo. Logo, foi contratada pela RCA Victor e ganhou êxito com a canção "Pra Nunca Mais Chorar" (Eduardo Araújo e Carlos Imperial). O sucesso a fez participar do programa Jovem Guarda, da TV Record, em suas duas últimas edições.[3] Em 1968, gravou seu primeiro álbum, estreando ainda como compositora em três canções, uma delas em parceria com David Miranda. Cinco anos depois, em seu quarto LP, já como contratada da gravadora Continental, lançou seu maior sucesso: "Manhãs de Setembro", composta com Mário Campanha. Em 1975, lançou outro hit: "Paralelas", uma composição de Belchior. Em 1977, protagonizou ao lado de Ronnie Von a telenovela Cinderela 77, da Rede Tupi. Em 1997, publicou sua autobiografia: "Vanusa - A Vida Não Pode Ser Só Isso!", pela editora Saraiva. Em 2005, participou de vários concertos comemorativos aos 40 anos da Jovem Guarda. Em 2015, lançou seu primeiro álbum de canções inéditas em vinte anos: "Vanusa Santos Flores", produzido por Zeca Baleiro.[3] A cantora foi casada duas vezes: com o músico Antônio Marcos e com o ator e diretor de televisão Augusto César Vannucci. Problemas de saúde e morte Em março de 2009, ao participar do primeiro encontro estadual para agentes públicos na Assembleia Legislativa de São Paulo, Vanusa cantou o Hino Nacional Brasileiro de forma desafinada e errada. Mais tarde alegou a má interpretação por estar sob a ação de um remédio contra labirintite, errando a letra. No ano seguinte, a cantora voltou a ter problemas em outra apresentação, ao cantar no Parque do Idoso, em Manaus, em um evento em homenagem ao Dia dos Pais. Ela errou a letra de Sonhos de Um Palhaço de seu ex-marido Antônio Marcos, e para compensar o equívoco, cantou um trecho de Como Vai Você, outra canção de Antônio Marcos. Segundo ela, sempre confundia as duas canções. Em setembro de 2020, a cantora foi internada na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital dos Estivadores, em Santos (SP), após ter apresentado quadro de pneumonia. No mês seguinte obteve alta hospitalar, depois de 32 dias de internação. Vanusa sofria de outras doenças, como uma síndrome demencial, semelhante ao mal de Alzheimer. Todos esses problemas foram causados por um histórico de depressão pelo qual a artista passou durante a década de 2000, que a tornou dependente de remédios e bebidas alcoólicas. Depois da alta hospitalar, Vanusa retornou para uma casa de repouso em Santos, onde estava morando havia dois anos. Morreu na madrugada de 8 de novembro de 2020, vitimada por uma insuficiência respiratória.
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