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Videos Na Internet / Youtube - Página 221

Aqui listamos os melhores Vídeos do Youtube

'Capisat Urbangels' |  #mashup da 'independência' | Imaginando by Midiatorium 04:28
'Capisat Urbangels' | #mashup da 'independência' | Imaginando by Midiatorium
Neste episódio 3 da série Imaginando, voltamos ao rock Brasília. Mas desta vez adicionamos um 'condimento' especial. Quem curte Legião deve saber da polêmica envolvendo a música 'Soldados'. Há quem diga que ela é um tanto semelhante com 'Independence Day', música do Comsat Angels, banda que costumava ser citada pelo Renato Russo como uma das principais influências da Legião Urbana. Fato é que 'Soldados' carrega, sim, algumas semelhanças. O que não significa que seja plágio. A música pop é, e sempre será, uma eterna colagem de referências pré-existentes. Aproveitamos que na data de publicação deste vídeo se comemora a dita Independência do Brasil resolvemos propor um mashup envolvendo as duas músicas. Mas não só isso: acrescentamos um "terceiro elemento", para tornar as coisas menos previsíveis: a música 'Independência' do Capital Inicial. Lembrando sempre isto é somente uma brincadeira, um experimento. Todas as músicas utilizadas nesta mistura são ótimas, cada uma só seu jeito. Utilizamos a Inteligência Artificial e, sobretudo, um punhado de inteligência humana para escolher o melhor de cada uma delas para criar uma outra 'coisa': um som da Capisat Urbangels, superbanda unindo CAPItal Inicial ComSAT ANGELS E Legião URBANa ????. Espero que goste. Se puder, deixe seu comentário, seu like e se inscreva em nosso canal. #legiãourbana #rockbrasileiro #rockbrasil #rockbrasilia #legiãourbana #renatorusso #capitalinicial #dinhoouropreto #comsatangels #postpunk #remix
0 0   56   14-12-2023   Youtube   0
BRASINDIE PODCAST | Ep. 01 | BROCK ultra-obscuro: mod osasquense, postpunk caóticos e mais 58:50
BRASINDIE PODCAST | Ep. 01 | BROCK ultra-obscuro: mod osasquense, postpunk caóticos e mais
Há uma MPB que não está nos streamings, muito menos nas playlists mais hypadas. Ela também nunca aparece na lista dos melhores discos. Essa é a música brasileira independente dos 70,80 e 90, relegada aos garimpos mais profundos nas lojas de disco Brasil afora. Brasindie não é um podcast. É um processo de escavação contínua no fértil terreno da história fonográfica brasileira. Vamos dar destaque ao talento dos que fracassaram. A arte dos esquecidos. Aos discos gravados na raça, no mais puro idealismo. Vamos falar dos que arriscaram tudo em nome de um sonho, sem verba para divulgação ou jabá. Bem vindo ao Brasindie, um podcast com curadoria de Michell Niero, jornalista e fundador pela Midiatorium Sebo & Vinil. Neste primeiro episódio do Brasindie, uma imersão em mares bem profundos do rock brasileiro dos anos 80 e início dos 90. Tem um pouco de tudo: mod, postpunk, new wave, AOR, hardrock e, no final, tem até uma misturinha bem boa de rock com axé music.  Tracklist: 1. Os Rapazes - Apenas uma pedra no chão 2. Reação Aosteus - Vaga no ar 3. Pouso Alto - Manha e malícia 4. Pouso Alto - Só sabe fantasiar 5. Mr. 2 - Aqui dentro (outside) 6. Logotipo - Olhar 7. Bugi Gang - Tramas 8. Lagoa 66 - Nyet Chernobyl 9. Rino Mari - Jeito estranho de amar 10. Dedé e os Ajudantes - Balanço do Afoxé 11.Dedé e os Ajudantes - Funk da Captura  Todos os discos tocados neste podcast estão disponíveis para compra no eshop da Midiatorium no Mercado Livre https://lista.mercadolivre.com.br/_CustId_134834838_PrCategId_AD Ou, se preferir, entre em contato conosco pelo Whatsapp 1128229755 #vinil #discodevinil #lojadedisco #lojadediscos #dj #discotecagem #samuelrosa #osasco #leemarcucci #robertinhodorecife #lagoa66 #tadeupatolla
0 0   71   14-12-2023   Youtube   0
BARBIE NA CAPA: o disco censurado do Lulu Santos | Midiatorium Drops nº 7 05:49
BARBIE NA CAPA: o disco censurado do Lulu Santos | Midiatorium Drops nº 7
Bora aproveitar o hype da 'onda rosa' do filme da Barbie pra contar uma história até, certo ponto, misteriosa. Ela envolve 'Toda forma de amor', clássico do rock brasileiro dos anos 80. Um dos melhores discos do Lulu Santos. O disco foi lançado em 1988, com uma capa, no mínimo, estranha. Não pela concepção, mas por haver uma espécie de 'penumbra' dificultando o reconhecimento de um casal que está bombando na data de publicação deste vídeo: nada mais, nada menos que Barbie e Ken, os bonecos que há décadas fazem um tremendo estrago na carteira de papais e mamães mundo afora. A questão é nesta capa eles estão de um 'jeito' diferente: estão numa numa cama, nus, embaixo do edredom. Provavelmente, os donos da marca não gostaram nada de verem vinculados seus bonecos numa baguncinha embaixo do colchão. E, aí, deu ruim. Ao final do vídeo, uma surpresa: fizemos uso de nossos conhecimentos em design e, também, da tão aclamada inteligência artificial para reimaginar a capa do Lulu, sem nenhuma censura. Assista até o fim, que vale a pena. Midiatorium Drops é nosso podcast dedicado a histórias curtas envolvendo a música e a cultura pop. Se puder, deixe seu like, seu comentário e se inscreva em nosso canal. #barbie #filmedabarbie #lulusantos #rockbrasileiro #ditadura #1988 #barbiegirl #barbiethemovie #kenandbarbie #brrrock80 #mattek #bonecabarbie #brinquedosestrela #anos80 #nostalgia
0 0   66   14-12-2023   Youtube   0
Gessinger, Licks e Maltz: restauramos a demotape | PARTE 1 / LADO A 26:14
Gessinger, Licks e Maltz: restauramos a demotape | PARTE 1 / LADO A
Apoie nosso canal comprando camisetas e pôsteres exclusivos da FikOff, nossa parceira criativa: https://mont.ink/fikoff Utilizando o cupom MIDIATORIUM10 você tem 10% de desconto na sua primeira compra. ____________________________________________________________ O ano de 1992 foi de fortes emoções para o Engenheiros do Hawaii. Época de lançamento de Gessinger, Licks e Maltz, uma das fases mais inspiradas da banda e que, ao mesmo tempo, marca o início do fim desta formação, que até hoje deixa saudades nos fãs. E aqui trazemos aquilo que poderia ter sido um lançamento de 30 anos de aniversário deste disco, mas que não rolou. Um trabalho que dividimos em duas partes, ou dois lados, como num disco de vinil. Neste vídeo vou apresentar o lado A destas demos e, dentro de no máximo 15 dias, você confere o lado B. Optei por dividir desta maneira pois é um trabalho demorado e que ainda não foi totalmente finalizado. São dez faixas, que exigem um cuidado específico para cada uma delas. Algumas são mais fáceis, outras mais difíceis, ainda mais em se tratando de uma restauração de 'guerrilha', sem os arquivos originais, em boa resolução, para um trabalho mais cuidadoso. Mas, dentro do possível, acredito que consegui melhorar a qualidade dos áudios que circulam há algum tempo na Internet. Em relação ao trabalho final registrado no disco, os fãs sabem que há algumas diferenças e ausências, né? Parabólica, por exemplo, ainda não aparece nestas demos, enquanto que 'às vezes nunca' só foi registrada no álbum ao vivo 'Filmes de guerra, canções de amor'. Os fãs da banda sabem também que as demos que trago aqui foram rascunhadas em grande parte pelo próprio Humberto Gessinger. Neste ano, a banda já apresentava sinais de desgaste no relacionamento, o que levou a um processo de produção pouco colaborativo, vamos dizer assim. O Gessinger praticamente assina todas as composições, há poucas parcerias, e cada parte dos arranjos foi gravada de forma separada. E o Gessinger, a gente sabe, não é bolinho de lidar estando numa banda, né. Ele mudou muita coisa nos arranjos já no processo de gravação. Então, há músicas com diferenças consideráveis daquilo que estava previsto nas demos. Um bom exemplo é o arranjo de Ninguém é igual a ninguém, que na minha modesta opinião, teria ficado mais legal no arranjo mais limpo, vamos dizer assim, da fita demo. Sobre a capa, busquei como referência a pop art, algo bastante presente nas letras do Gessinger, botando a banda numa estética de HQ. Foi inspirada numa capa clássica de um gibi do Superman. E, lá em cima, no canto esquerdo, há um selinho, que era bem comum nas capas antigas da Marvel, indicando que a banda é do Gessinger, algo que ficaria ainda mais consolidado a partir da dissolução da formação GLM, nos anos seguintes. Esta capa, que é produção nossa também, foi transformada em uma camiseta exclusiva e também em um pôster, que pode ser adquirido no site da Fikoff, nossa parceira criativa. Sempre importante lembrar que adquirido produtos deles, você colabora para que a gente continue este projeto, já que este canal não é monetizado pelo Youtube. Sugiro que você relaxe, se puder, use um bom fone de ouvido, e desfrute deste registro histórico do Engenheiros do Hawaii. E, SE puder, deixe seu like, seu comentário e se inscreva em nosso canal. Espero que goste. Meu nome é Michell Niero e me despeço por aqui. Te desejo paz, saúde e música e até a próxima. #rocknacional #rockbrasileiro #engenheirosdohawaii #enghaw #humbertogessinger #augustolicks #discodevinil #restauração #remaster #demotape #fitademo #rockgaúcho #popart
0 0   48   14-12-2023   Youtube   0
Covers inusitadas do BROCK80 ???? | Mixtape 30:20
Covers inusitadas do BROCK80 ???? | Mixtape
Nos 30 minutos deste vídeo você poderá curtir uma compilação feita à moda antiga, pra tocar no seu toca-fitas enquanto você dá um rolê por aí, pelo tempo e espaço. Trata-se da Midiatorium Mixtapes, projeto audiovisual que busca resgatar um pouco da experiência contemplativa de se curtir uma fitinha cassete, com um repertório afetivo, sem a presença de algoritmos, cuidadosamente selecionado. SAMPA NO WALKMAN: Nesta primeira edição, emprestamos o nome da clássica canção do Engenheiros do Hawaii para propor uma viagem nostálgica pela cidade de São Paulo, enquanto você ouve algumas covers bem inusitadas do rock brasileiro. A maior parte delas está nos diferentes bootlegs divulgados aqui no canal. Mas tem algumas 'inéditas', como o 'feat' entre o Paralamas e o Frejat, em Pro Dia Nascer Feliz. Então é isso. Procure um lugar bem confortável, coloque os fones de ouvido, respire fundo e boa viagem. Tracklist: 1 - Paralamas e Frejat - Pro dia nascer feliz 2 - Biquini Cavadão - Song 2 (Blur) 3 - Paulo Ricardo e RPM - Gita (Raul Seixas) 4 - Legião Urbana - Heroes (David Bowie) 5 - Nenhum de Nós - Psych0Kill3r (Talking Heads) 6 - DeFalla - Sossego (Tim Maia) 7 - Zero - Armadilha (Finis Africae) 8 - Banda 365 - Medley: As tears go by (Rolling Stones) / Respire Fundo (Walter Franco) #sãopauloantiga #asmr #sãopaulo #anos80 #nostalgia #fitacassete #mixtape #rockbrasileiro #rockbrasil #walkman #engenheirosdohawaii
0 0   55   14-12-2023   Youtube   0
Paralamas tocando Police e outras covers | boate Mamão com Açúcar | 1985 | audiovisual inédito 22:50
Paralamas tocando Police e outras covers | boate Mamão com Açúcar | 1985 | audiovisual inédito
Você pode contribuir para que este projeto continue, doando qualquer quantia para o PIX michellniero@yahoo.com.br. Ajude nosso trabalho também comprando em nossa loja de discos, a Midiatorium. Confira nosso acervo em www.midiatorium.com.br. ______________________________________ Extraímos de um material bruto, gravado em câmera caseira, algumas covers bem legais tocadas pelo Paralamas em uma passagem de som na boate Mamão com Açúcar, em 1985, no Rio de Janeiro. O destaque na thumb para o Police não é à toa. Muita gente comparava o Paralamas nesta época à banda do Sting. E, de fato, foi uma grande influência para Herbert e cia. Mas, se tem uma banda que adquiriu uma identidade própria ao longo dos anos, esta se chama Paralamas do Sucesso. Entre uma gracinha e outra, que resolvemos deixar nesta edição, temos o power trio, muito bem humorado e disposto, atacando de 'So Lonely', do The Police, em versão instrumental, 'Vamos Fugir', do Gilberto Gil, 'One more dub' do The Clash e 'Middle on the Road', do Pretenders. Convenhamos: escolhas bem certeiras, que tem tudo a ver com a sonoridade do Paralamas. Há, ainda, duas covers cujos temas são bastante familiares, mas que não consegui identificar. Agradeço caso possa ajudar na identificação. (edit: uma das covers não identificadas é give me back my man, do B52's obrigado @MrTonisfoods ) Tanto o áudio quando o vídeo, é claro, não estão nas melhores condições. Na questão do áudio, a gente conseguiu dar uma melhorada. Curta até o fim essa pequena viagem no tempo a um dos endereços mais icônicos da boemia carioca dos anos 80. Tracklist: 1 - So lonely (instrumental/The Police) 2 - trecho de Fixação (Kid Abelha) 3 - Middle on the road (instrumental/The Pretenders) 4 - One more dub (The Clash) 5 - Vamos fugir (Gilberto Gil) 6 - trecho Give me back my man (B 52's) 7 - trecho de Walking on the moon (The Police) 8 - Cover não identificada 2 O projeto Midiatorium Bootlegs visa divulgar conteúdos audiovisuais perdidos, com valor histórico e afetivo, da música brasileira. Tem VHS ou fita cassete contendo algum registro interessante e inédito? Entre em contato com a gente. Conheça um pouco mais do trabalho da MIDIATORIUM visitando o Instagram www.instagram.com/midiatorium Paz, saúde, música e até a próxima! #paralamasdosucesso #paralamas #herbertvianna #rockbrasil #rockbrasileiro #bootleg #lofi #anos80 #brrock80 #videocassette #vcr
0 0   76   14-12-2023   Youtube   0
Ira! em ritmo de GTA? | ao vivo no CCSP | 1986 |  áudio restaurado e remasterizado 09:16
Ira! em ritmo de GTA? | ao vivo no CCSP | 1986 | áudio restaurado e remasterizado
Compre nossas camisetas e pôsteres no site da FikOff, nossa parceira criativa https://mont.ink/fikoff Utilize o cupom MIDIATORIUM10 e ganhe 10% de desconto em sua primeira compra. ________________________________________ Neste episódio da série Imaginando, resgatamos do limbo três faixas de um show do Ira! realizado na sala Jardel Filho, no Centro Cultural São Paulo, em 1986. Trata-se de um registro muito legal, com Scandurra afiadíssimo, e que conta com duas músicas que só foram ser lançadas oficialmente em discos seguintes: 'Nasci em 62' e 'O dia, a semana, o mês'. Mas como a proposta aqui é imaginar, além do áudio restaurado e remasterizado, trouxemos neste vídeo algumas pitadas históricas do Ira! a partir da estética do game Grand Theft Auto, também conhecido como GTA. Bom, se você nasceu em 62, ou antes disso, talvez não conheça muito sobre o jogo. Mas certamente seu filho, neto, sobrinho ou afilhado o conhecem muito bem. Trata-se de um verdadeiro ícone da cultura pop contemporânea, pro bem e pro mal. A Rockstar, empresa responsável pelo desenvolvimento do jogo, acaba de anunciar o primeiro trailer do sexto game da franquia. E o Ira!, sabidamente, é uma banda cheia de histórias, tretas, alguns casos de polícia e música boa, algo que combina com o GTA. Quem sabe com este vídeo a gente não fura umas bolhas e apresenta o Ira! pra geração Z, né? E pra completar o pacote imaginativo, confira no final do vídeo a camiseta e o pôster do Ira! dentro da estética GTA. Além de ficar estilos@ adquirindo produtos da FikOff você colabora para que este projeto continue. Espero que goste. Paz, saúde, música e até a próxima! #rocknacional #ira #nasi #edgardscandurra #ccsp #rockbrasileiro #gta #gamificação #gtaviral #bootleg #rockstargames #rockstar #videogame #anos80 #nostalgia #brrock80 #playstation2 #giannini
0 0   56   14-12-2023   Youtube   0
Legião Urbana | ensaio na casa do Bonfá | 1994 | áudio inédito 24:11
Legião Urbana | ensaio na casa do Bonfá | 1994 | áudio inédito
Áudio inédito no Youtube do ensaio realizado em 1994 na casa do Marcelo Bonfá, baterista da Legião Urbana. Optamos por manter o áudio em seu estado bruto. Trata-se de um registro caseiro, com baixa fidelidade, mas com valor histórico e afetivo. Agradecemos pela compreensão. Neste registro, a banda ensaia duas músicas do repertório do álbum 'O Descobrimento do Brasil' e outras duas de trabalhos anteriores: 'Há Tempos' e 'Andrea Doria'. Destaque para os três takes da música Love in Afternoon. Renato Russo parece incomodado com algo no arranjo. E tenta, por três vezes, repetir o que havia sido feito, com êxito, no ensaio anterior. Tracklist: Descobrimento do Brasil Há tempos Andrea Doria Love in Afternoon (take 1) Love in Afternoon (take 2) Love in Afternoon (take 3) O projeto Midiatorium Bootlegs visa divulgar conteúdos audiovisuais perdidos da música brasileira. Tem VHS contendo alguma imagem interessante e inédita? Entre em contato com a gente. Conheça um pouco mais do trabalho da MIDIATORIUM visitando o Instagram www.instagram.com/midiatorium Paz, saúde e música e até a próxima! #legiãourbana #renatorusso #rockbrasília #brrock80 #nostalgia #anos80 #tvbrasileira #rockbrasil #rockbrasileiro #bootleg #vhs #rickenbacker #janglepop --------- A Jornada de Clarice: A História por Trás da Música de Renato Russo SumárioIntroduçãoA Evolução das Letras de Renato RussoO Processo Criativo de Renato RussoO Contexto de ClariceInspirações e Diferenças com Outras HistóriasA Gravação de ClariceA Profundidade da LetraDesafios na Inclusão de Clarice no DiscoReflexões sobre a Morte e a ArteIntrodução A jornada de Clarice, uma das músicas mais tristes de Renato Russo, tem uma história fascinante por trás da sua composição. Durante o processo de criação, a letra passou por diversas alterações, refletindo o cuidado e a dedicação do artista na construção de suas músicas. É interessante observar como Renato Russo escrevia suas letras, montando versos como peças de um quebra-cabeça até encontrar a combinação perfeita. Além disso, a história por trás de Clarice revela a sensibilidade e a profundidade das composições de Renato Russo. A música aborda temas delicados, como violência doméstica e abuso, transmitindo uma mensagem poderosa por meio de sua letra intensa e emocionante. Ao mergulhar na narrativa de Clarice, somos levados a refletir não apenas sobre a personagem fictícia, mas também sobre questões mais amplas relacionadas à violência e ao sofrimento. Descubra mais detalhes sobre a composição e gravação de Clarice, assim como os motivos que levaram Renato Russo a tomar decisões importantes em relação à inclusão da música em seus discos. A análise dessa canção icônica nos permite mergulhar mais profundamente no universo poético e melódico de uma das maiores figuras da música brasileira. A Evolução das Letras de Renato Russo Ao analisar a trajetória de Renato Russo, é possível observar como suas letras passaram por transformações significativas durante o processo de composição. O artista tinha um método peculiar de escrita, montando versos como peças de um quebra-cabeça até encontrar a combinação perfeita. Ele costumava escrever versos isolados, sem completar uma letra inteira de uma só vez, e posteriormente juntava essas peças para formar a canção. No caso da música "Clarice", inicialmente intitulada "O Livro dos Dias", podemos ver claramente esse processo em ação. Renato Russo fazia ajustes na letra, removendo alguns versos e inserindo novos, até chegar à versão final da música. Essas mudanças refletiam não apenas sua busca pela perfeição artística, mas também a sensibilidade e profundidade de suas composições. A história por trás de "Clarice" revela não apenas a evolução da letra, mas também a mensagem poderosa transmitida por meio dela. Ao abordar temas delicados como violência doméstica e abuso, Renato Russo conseguiu criar uma narrativa intensa e emocionante, que ressoa com os ouvintes até os dias atuais. A escolha de utilizar um personagem fictício como Clarice para contar essa história amplifica o impacto emocional da música, tornando-a uma das mais tristes e marcantes de sua carreira. O Processo Criativo de Renato Russo O processo criativo de Renato Russo era único e cheio de detalhes fascinantes. Ele tinha uma abordagem peculiar ao compor suas letras, escrevendo versos isolados e montando peças como se fossem um quebra-cabeça. Essa metodologia permitia que ele explorasse diferentes combinações até encontrar a perfeição na composição de suas músicas. A letra de "Clarice", anteriormente intitulada "O Livro dos Dias", passou por diversas alterações até chegar à sua versão final. Renato Russo fazia ajustes minuciosos, removendo e inserindo versos conforme buscava transmitir a sensibilidade e profundidade de suas composições. Cada mudança refletia não apenas sua busca pela excelência artística, mas também a intensidade emocional presente em suas músicas. A história por trás de "Clarice" revela não apenas a evolução da letra, mas também a mensagem poderosa que ela transmite. Ao abordar temas delicados como violência doméstica e abuso, Renato Russo criou uma narrativa intensa e emocionante que ressoa com os ouvintes. A escolha de utilizar o personagem fictício de Clarice amplifica o impacto emocional da música, tornando-a uma das mais marcantes de sua carreira. O Contexto de Clarice A música "Clarice" se destaca como uma das composições mais tristes e marcantes de Renato Russo. A letra apresenta uma narrativa envolvente que aborda temas sensíveis, como violência doméstica e abuso, transmitindo uma mensagem poderosa por meio de sua intensidade emocional. O processo criativo de Renato Russo revela a sensibilidade e dedicação do artista na construção dessa música icônica. As letras de Renato passavam por transformações significativas, refletindo sua busca pela perfeição artística. A escolha de usar o personagem fictício de Clarice para contar essa história intensifica o impacto emocional da canção. A decisão de Renato de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada pela preocupação com o impacto emocional da música nos ouvintes. Ele temia que a faixa pudesse estimular sentimentos negativos, como depressão e suicídio, em adolescentes. Dessa forma, a canção foi guardada para o disco "Uma Outra Estação", tornando-se uma das composições mais tristes e profundas de sua carreira. Inspirações e Diferenças com Outras Histórias A história por trás da música "Clarice" revela a sensibilidade e a profundidade das composições de Renato Russo. Embora a canção não tenha uma relação direta com o filme "Cristiane F 13 anos Drogada e Prostituída", a inspiração por trás da personagem fictícia de Clarice reflete a realidade de vítimas de violência doméstica e abuso. Renato Russo utilizou um processo criativo único para compor suas letras, montando versos como peças de um quebra-cabeça até encontrar a combinação perfeita. Essa metodologia permitiu que ele transmitisse sensibilidade e profundidade em suas composições, destacando a intensidade emocional presente em suas músicas. A decisão de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada pela preocupação de Renato Russo com o impacto emocional da música nos ouvintes. Ele temia que a faixa pudesse estimular sentimentos negativos, como depressão e suicídio, em adolescentes, optando por guardá-la para o disco "Uma Outra Estação". Essa escolha tornou a música uma das mais tristes e profundas de sua carreira, refletindo a delicadeza e a intensidade das composições de Renato Russo. A Gravação de Clarice A música "Clarice" foi gravada durante as sessões para o disco "A Tempestade" em 1996, por Renato Russo e Carlos Trilha. Mesmo sendo uma das composições mais tristes e marcantes da carreira de Renato Russo, a faixa acabou sendo deixada de fora do álbum final. O processo criativo durante a gravação de "Clarice" revelou a fragilidade emocional do artista. Renato Russo estava debilitado e sensível durante a gravação, refletindo a intensidade e a profundidade da música em sua voz. Ele optou por manter imperfeições na gravação, transmitindo com clareza a vulnerabilidade presente na canção. A escolha de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada pela preocupação de Renato Russo com o impacto emocional da música nos ouvintes. Ele temia que a faixa pudesse estimular sentimentos negativos, como depressão e suicídio, em adolescentes, optando por guardá-la para o disco "Uma Outra Estação". Essa decisão tornou a música uma das mais tristes e profundas de sua carreira, revelando a sensibilidade artística e emocional do artista. A Profundidade da Letra A letra de "Clarice" revela a sensibilidade e a intensidade das composições de Renato Russo. Ele utilizou um processo criativo único, montando versos como peças de um quebra-cabeça até encontrar a combinação perfeita. Esse método permitiu que ele transmitisse não apenas a mensagem da música, mas também a emoção por trás das palavras. A escolha de utilizar o personagem fictício de Clarice para contar a história intensifica o impacto emocional da música, abordando temas delicados como violência doméstica e abuso. Renato Russo conseguiu criar uma narrativa profunda e tocante, que ressoa com os ouvintes e provoca reflexões sobre questões complexas da sociedade. O cuidado e a dedicação do artista na construção da letra de "Clarice" demonstram sua busca pela perfeição artística e sua sensibilidade para transmitir mensagens poderosas por meio de suas composições. A profundidade emocional presente na música reflete a intensidade e a complexidade da obra de Renato Russo, tornando-a uma das mais marcantes de sua carreira. Desafios na Inclusão de Clarice no Disco A decisão de Renato Russo de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada por preocupações sobre o impacto emocional da música nos ouvintes. O artista temia que a faixa pudesse estimular sentimentos negativos, como depressão e suicídio, principalmente em adolescentes. Este aspecto levou a uma reflexão profunda sobre a mensagem intensa e triste contida na letra da música. O contexto social e cultural do momento também influenciou a decisão de Renato. Em um país que ele considerava carente de cultura e afirmação, e passando por um período difícil, o artista sentiu que lançar uma música tão carregada emocionalmente poderia acelerar reações negativas e não ser apropriado para o cenário da época. Ele citou o exemplo dos Mamonas Assassinas, uma banda com letras explícitas, para ilustrar as preocupações em torno da mensagem de "Clarice". A complexidade e profundidade da música levaram Renato a reservá-la para o disco "Uma Outra Estação", lançado posteriormente em 1997. A decisão revela o cuidado do artista em relação ao impacto de sua obra e sua sensibilidade para transmitir mensagens poderosas de maneira responsável e ética, considerando o contexto em que suas músicas seriam recebidas pelo público. Reflexões sobre a Morte e a Arte A música "Clarice" é uma das composições mais tristes e marcantes de Renato Russo, revelando a profundidade e sensibilidade do artista em abordar temas complexos. Ao analisar a letra e o contexto por trás da música, somos levados a refletir sobre a relação entre a morte e a arte, bem como a vulnerabilidade emocional presente na criação artística. O processo criativo de Renato Russo durante a gravação de "Clarice" revelou sua fragilidade emocional e a intensidade da mensagem que ele desejava transmitir. A escolha de manter imperfeições na gravação demonstrou a busca do artista pela autenticidade e pela expressão genuína de suas emoções, mesmo que isso significasse expor sua vulnerabilidade de forma clara. A decisão de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada não apenas pela preocupação com o impacto emocional da música nos ouvintes, mas também pela necessidade de preservar a integridade da obra diante de um contexto social e cultural desafiador. Renato Russo buscava transmitir mensagens poderosas de maneira responsável e ética, considerando o impacto de suas composições em um cenário delicado e sensível. A jornada de Clarice nos convida a refletir sobre a conexão entre a arte, a vulnerabilidade e a mortalidade, explorando os limites da expressão artística e a profundidade das emoções humanas através da música. A sensibilidade e a dedicação de Renato Russo na construção dessa canção icônica ressoam até os dias atuais, revelando a complexidade e a intensidade de sua obra.
0 0   197   14-12-2023   Youtube   0
Legião Urbana na Fluminense FM | 1987 | programa 'Espaço Aberto' | entrevista na íntegra 29:58
Legião Urbana na Fluminense FM | 1987 | programa 'Espaço Aberto' | entrevista na íntegra
OBS: tivemos que editar e republicar o material, pois a EMI derrubou o vídeo anterior. Removemos as músicas, mantendo a entrevista. Você pode contribuir para que este projeto continue, doando qualquer quantia para o PIX michellniero@yahoo.com.br. Ajude nosso trabalho também comprando em nossa loja de discos, a Midiatorium. Confira nosso acervo em www.midiatorium.com.br. ______________________________________ Eis aqui um conteúdo um pouco diferente desta vez. Ao invés de demos, apresentações ao vivo e afins, um programa de rádio na íntegra, gravado na 'maldita' Fluminense FM, com a Legião Urbana. O programa era o 'Espaço aberto', exibido em dezembro de 1987, em pleno 'Verão da lata', para a divulgação do álbum 'Que país é este'. No bate papo, algumas revelações interessantes envolvendo o álbum anterior, 'Dois', que deveria ter sido duplo. São informações já conhecidas pelos fãs da bandas, mas é sempre legal conferir a fonte 'oficial' falando a respeito. Ouvir esta entrevista na íntegra é também uma verdadeira viagem no tempo. Renato, por exemplo, fala da dificuldade em ser 'otimista' nas letras, observando o contexto social e político da época, citando inclusive a AIDS. Em dado momento ele diz que, apesar de ter composto 'Quase sem querer', ele não está nenhum pouco 'tranquilo', tampouco 'contente'. Muito embora estivesse bastante bem humorado. Enfim, não se trata de conteúdo inédito. Imagino que os fãs mais ardorosos já tenham ouvido. Mas como aqui no Youtube ainda não estava disponível, resolvi disponibilizá-lo. A gravação não está numa qualidade ótima. Efetuei alguns pequenos reparos no som, removendo chiados. Mas como aqui o foco é a entrevista, creio que a qualidade esteja aceitável. O projeto Midiatorium Bootlegs visa divulgar conteúdos audiovisuais perdidos, com valor histórico e afetivo, da música brasileira. Tem VHS ou fita cassete contendo algum registro interessante e inédito? Entre em contato com a gente. Conheça um pouco mais do trabalho da MIDIATORIUM visitando o Instagram www.instagram.com/midiatorium Paz, saúde, música e até a próxima! #abortoelétrico #renatorusso #legiãourbana #rockbrasília #capitalinicial #punkrockbrasileiro #inteligenciaartificial #áudioprofissional #nostalgia #rockbrasil #rockbrasileiro #bootleg #lofi #anos80 #brrock80 #fitacassete #fluminensefm #radiobrasileira --------- A Jornada de Clarice: A História por Trás da Música de Renato Russo SumárioIntroduçãoA Evolução das Letras de Renato RussoO Processo Criativo de Renato RussoO Contexto de ClariceInspirações e Diferenças com Outras HistóriasA Gravação de ClariceA Profundidade da LetraDesafios na Inclusão de Clarice no DiscoReflexões sobre a Morte e a ArteIntrodução A jornada de Clarice, uma das músicas mais tristes de Renato Russo, tem uma história fascinante por trás da sua composição. Durante o processo de criação, a letra passou por diversas alterações, refletindo o cuidado e a dedicação do artista na construção de suas músicas. É interessante observar como Renato Russo escrevia suas letras, montando versos como peças de um quebra-cabeça até encontrar a combinação perfeita. Além disso, a história por trás de Clarice revela a sensibilidade e a profundidade das composições de Renato Russo. A música aborda temas delicados, como violência doméstica e abuso, transmitindo uma mensagem poderosa por meio de sua letra intensa e emocionante. Ao mergulhar na narrativa de Clarice, somos levados a refletir não apenas sobre a personagem fictícia, mas também sobre questões mais amplas relacionadas à violência e ao sofrimento. Descubra mais detalhes sobre a composição e gravação de Clarice, assim como os motivos que levaram Renato Russo a tomar decisões importantes em relação à inclusão da música em seus discos. A análise dessa canção icônica nos permite mergulhar mais profundamente no universo poético e melódico de uma das maiores figuras da música brasileira. A Evolução das Letras de Renato Russo Ao analisar a trajetória de Renato Russo, é possível observar como suas letras passaram por transformações significativas durante o processo de composição. O artista tinha um método peculiar de escrita, montando versos como peças de um quebra-cabeça até encontrar a combinação perfeita. Ele costumava escrever versos isolados, sem completar uma letra inteira de uma só vez, e posteriormente juntava essas peças para formar a canção. No caso da música "Clarice", inicialmente intitulada "O Livro dos Dias", podemos ver claramente esse processo em ação. Renato Russo fazia ajustes na letra, removendo alguns versos e inserindo novos, até chegar à versão final da música. Essas mudanças refletiam não apenas sua busca pela perfeição artística, mas também a sensibilidade e profundidade de suas composições. A história por trás de "Clarice" revela não apenas a evolução da letra, mas também a mensagem poderosa transmitida por meio dela. Ao abordar temas delicados como violência doméstica e abuso, Renato Russo conseguiu criar uma narrativa intensa e emocionante, que ressoa com os ouvintes até os dias atuais. A escolha de utilizar um personagem fictício como Clarice para contar essa história amplifica o impacto emocional da música, tornando-a uma das mais tristes e marcantes de sua carreira. O Processo Criativo de Renato Russo O processo criativo de Renato Russo era único e cheio de detalhes fascinantes. Ele tinha uma abordagem peculiar ao compor suas letras, escrevendo versos isolados e montando peças como se fossem um quebra-cabeça. Essa metodologia permitia que ele explorasse diferentes combinações até encontrar a perfeição na composição de suas músicas. A letra de "Clarice", anteriormente intitulada "O Livro dos Dias", passou por diversas alterações até chegar à sua versão final. Renato Russo fazia ajustes minuciosos, removendo e inserindo versos conforme buscava transmitir a sensibilidade e profundidade de suas composições. Cada mudança refletia não apenas sua busca pela excelência artística, mas também a intensidade emocional presente em suas músicas. A história por trás de "Clarice" revela não apenas a evolução da letra, mas também a mensagem poderosa que ela transmite. Ao abordar temas delicados como violência doméstica e abuso, Renato Russo criou uma narrativa intensa e emocionante que ressoa com os ouvintes. A escolha de utilizar o personagem fictício de Clarice amplifica o impacto emocional da música, tornando-a uma das mais marcantes de sua carreira. O Contexto de Clarice A música "Clarice" se destaca como uma das composições mais tristes e marcantes de Renato Russo. A letra apresenta uma narrativa envolvente que aborda temas sensíveis, como violência doméstica e abuso, transmitindo uma mensagem poderosa por meio de sua intensidade emocional. O processo criativo de Renato Russo revela a sensibilidade e dedicação do artista na construção dessa música icônica. As letras de Renato passavam por transformações significativas, refletindo sua busca pela perfeição artística. A escolha de usar o personagem fictício de Clarice para contar essa história intensifica o impacto emocional da canção. A decisão de Renato de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada pela preocupação com o impacto emocional da música nos ouvintes. Ele temia que a faixa pudesse estimular sentimentos negativos, como depressão e suicídio, em adolescentes. Dessa forma, a canção foi guardada para o disco "Uma Outra Estação", tornando-se uma das composições mais tristes e profundas de sua carreira. Inspirações e Diferenças com Outras Histórias A história por trás da música "Clarice" revela a sensibilidade e a profundidade das composições de Renato Russo. Embora a canção não tenha uma relação direta com o filme "Cristiane F 13 anos Drogada e Prostituída", a inspiração por trás da personagem fictícia de Clarice reflete a realidade de vítimas de violência doméstica e abuso. Renato Russo utilizou um processo criativo único para compor suas letras, montando versos como peças de um quebra-cabeça até encontrar a combinação perfeita. Essa metodologia permitiu que ele transmitisse sensibilidade e profundidade em suas composições, destacando a intensidade emocional presente em suas músicas. A decisão de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada pela preocupação de Renato Russo com o impacto emocional da música nos ouvintes. Ele temia que a faixa pudesse estimular sentimentos negativos, como depressão e suicídio, em adolescentes, optando por guardá-la para o disco "Uma Outra Estação". Essa escolha tornou a música uma das mais tristes e profundas de sua carreira, refletindo a delicadeza e a intensidade das composições de Renato Russo. A Gravação de Clarice A música "Clarice" foi gravada durante as sessões para o disco "A Tempestade" em 1996, por Renato Russo e Carlos Trilha. Mesmo sendo uma das composições mais tristes e marcantes da carreira de Renato Russo, a faixa acabou sendo deixada de fora do álbum final. O processo criativo durante a gravação de "Clarice" revelou a fragilidade emocional do artista. Renato Russo estava debilitado e sensível durante a gravação, refletindo a intensidade e a profundidade da música em sua voz. Ele optou por manter imperfeições na gravação, transmitindo com clareza a vulnerabilidade presente na canção. A escolha de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada pela preocupação de Renato Russo com o impacto emocional da música nos ouvintes. Ele temia que a faixa pudesse estimular sentimentos negativos, como depressão e suicídio, em adolescentes, optando por guardá-la para o disco "Uma Outra Estação". Essa decisão tornou a música uma das mais tristes e profundas de sua carreira, revelando a sensibilidade artística e emocional do artista. A Profundidade da Letra A letra de "Clarice" revela a sensibilidade e a intensidade das composições de Renato Russo. Ele utilizou um processo criativo único, montando versos como peças de um quebra-cabeça até encontrar a combinação perfeita. Esse método permitiu que ele transmitisse não apenas a mensagem da música, mas também a emoção por trás das palavras. A escolha de utilizar o personagem fictício de Clarice para contar a história intensifica o impacto emocional da música, abordando temas delicados como violência doméstica e abuso. Renato Russo conseguiu criar uma narrativa profunda e tocante, que ressoa com os ouvintes e provoca reflexões sobre questões complexas da sociedade. O cuidado e a dedicação do artista na construção da letra de "Clarice" demonstram sua busca pela perfeição artística e sua sensibilidade para transmitir mensagens poderosas por meio de suas composições. A profundidade emocional presente na música reflete a intensidade e a complexidade da obra de Renato Russo, tornando-a uma das mais marcantes de sua carreira. Desafios na Inclusão de Clarice no Disco A decisão de Renato Russo de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada por preocupações sobre o impacto emocional da música nos ouvintes. O artista temia que a faixa pudesse estimular sentimentos negativos, como depressão e suicídio, principalmente em adolescentes. Este aspecto levou a uma reflexão profunda sobre a mensagem intensa e triste contida na letra da música. O contexto social e cultural do momento também influenciou a decisão de Renato. Em um país que ele considerava carente de cultura e afirmação, e passando por um período difícil, o artista sentiu que lançar uma música tão carregada emocionalmente poderia acelerar reações negativas e não ser apropriado para o cenário da época. Ele citou o exemplo dos Mamonas Assassinas, uma banda com letras explícitas, para ilustrar as preocupações em torno da mensagem de "Clarice". A complexidade e profundidade da música levaram Renato a reservá-la para o disco "Uma Outra Estação", lançado posteriormente em 1997. A decisão revela o cuidado do artista em relação ao impacto de sua obra e sua sensibilidade para transmitir mensagens poderosas de maneira responsável e ética, considerando o contexto em que suas músicas seriam recebidas pelo público. Reflexões sobre a Morte e a Arte A música "Clarice" é uma das composições mais tristes e marcantes de Renato Russo, revelando a profundidade e sensibilidade do artista em abordar temas complexos. Ao analisar a letra e o contexto por trás da música, somos levados a refletir sobre a relação entre a morte e a arte, bem como a vulnerabilidade emocional presente na criação artística. O processo criativo de Renato Russo durante a gravação de "Clarice" revelou sua fragilidade emocional e a intensidade da mensagem que ele desejava transmitir. A escolha de manter imperfeições na gravação demonstrou a busca do artista pela autenticidade e pela expressão genuína de suas emoções, mesmo que isso significasse expor sua vulnerabilidade de forma clara. A decisão de não incluir "Clarice" no álbum "A Tempestade" foi motivada não apenas pela preocupação com o impacto emocional da música nos ouvintes, mas também pela necessidade de preservar a integridade da obra diante de um contexto social e cultural desafiador. Renato Russo buscava transmitir mensagens poderosas de maneira responsável e ética, considerando o impacto de suas composições em um cenário delicado e sensível. A jornada de Clarice nos convida a refletir sobre a conexão entre a arte, a vulnerabilidade e a mortalidade, explorando os limites da expressão artística e a profundidade das emoções humanas através da música. A sensibilidade e a dedicação de Renato Russo na construção dessa canção icônica ressoam até os dias atuais, revelando a complexidade e a intensidade de sua obra.
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Jerry Adriani - Uma luz... 00:03
Jerry Adriani - Uma luz...
A Brilhante Carreira de Jerry Adriani, o Ídolo da Jovem GuardaJair Alves de Souza nasceu em 29 de janeiro de 1947, no bairro do Brás, em São Paulo. Tornou-se conhecido artisticamente como Jerry Adriani e iniciou sua carreira como cantor profissional em 1964, com o lançamento do LP "Italianíssimo". No mesmo ano, ele gravou o LP "Credi a Me".SumárioO Sucesso da Jovem GuardaO Cantor e o CinemaA Parceria com Raul SeixasA Expansão InternacionalOutras ConquistasPrêmios e ReconhecimentoÚltimos Anos e LegadoFAQO Sucesso da Jovem GuardaEm 1965, Jerry Adriani estourou com o LP "Um Grande Amor", seu primeiro disco gravado em português. Nessa mesma época, ele apresentou o programa "Excelsior a Go Go" pela TV Excelsior de São Paulo, em parceria com o comunicador Luiz Aguiar, e contava com nomes como Os Vips, Os Incríveis, Prini Lorez e Cidinha Santos em seu elenco.Entre 1967 e 1968, Jerry Adriani comandou, na TV Tupi, o programa "A Grande Parada", um musical ao vivo que apresentava os grandes nomes da MPB. Esse programa consagrou-o definitivamente como um dos cantores de maior popularidade em todo o país.O Cantor e o CinemaNo cinema, Jerry Adriani fez três filmes como ator/cantor: "Essa Gatinha é Minha", "Jerry, A Grande Parada" e "Jerry em Busca do Tesouro". Nessa mesma época, final dos anos 60, ele ganhou o título de Cidadão Carioca, com um projeto do deputado Índio do Brasil.A Parceria com Raul SeixasJerry Adriani foi responsável pela vinda de Raul Seixas para o Rio de Janeiro, de quem se tornou grande amigo ainda em Salvador. A banda de apoio de Jerry Adriani, conhecida como "Raulzito e os Panteras", tocou com ele durante 3 anos. Músicas como "Tudo que é Bom Dura Pouco", "Tarde Demais" e "Doce Doce Amor" foram algumas das composições de Raul Seixas gravadas por Jerry Adriani. Raul Seixas também foi produtor de Jerry Adriani entre 1969 e 1971, até iniciar sua carreira solo.A Expansão InternacionalNa primeira metade da década de 70, Jerry Adriani, já um artista consagrado, expandiu seu talento musical para vários países. O cantor gravou discos e fez shows de grande sucesso em países como Venezuela, Peru, Estados Unidos, México, Canadá e outros.Outras ConquistasEm 1975, Jerry Adriani participou do musical no Hotel Nacional, "Brazilian Follies", dirigido por Caribe Rocha, que ficou um ano e meio em cartaz. Em 1985, ele lançou pela Polydor o LP "Tempos Felizes", no qual registrou antigos sucessos da Jovem Guarda, como "Festa de Arromba", "O Bom Rapaz" e "Quero que Vá Tudo pro Inferno". No ano seguinte, gravou composições próprias, como "Planeta Amor", "Antes do Adeus" e "Beijos Medrosos".No início da década de 90, Jerry Adriani gravou um disco que trazia de volta as origens do rock'n'roll: "Elvis Vive", um tributo ao rei do rock, do qual sempre foi fã. Em 1994, ele participou da novela "74.5 Uma Onda no Ar", produzida pela TV Plus e exibida pela Rede Manchete, com grande sucesso também em Portugal.Prêmios e ReconhecimentoJerry Adriani foi indicado quatro vezes para o Prêmio Sharp, na categoria cantor popular: em 1989, pelo LP "Marcas da Vida"; em 1990, pelo LP "Elvis Vive"; em 1993, pelo LP "Doce Aventura"; e em 1995, pelo LP "Rádio Rock Romance".No final de 1995, Jerry Adriani se destacou com expressivo sucesso no lançamento da coleção com os "Maiores Sucessos dos 30 Anos da Jovem Guarda", pela gravadora Polygram, como convidado especial, onde foram lançados 5 CDs comemorativos ao movimento e relembrando grandes sucessos como "Broto Legal", "Namoradinha de um Amigo Meu", "Querida" e "Doce Doce Amor".Últimos Anos e LegadoEm 1996, Jerry Adriani lançou o CD "Io", com grandes clássicos da música italiana, produzido por Roberto Menescal e com arranjos e direção de Luizinho Avelar. Nos anos seguintes, ele participou de trilhas sonoras de novelas da Rede Globo, como "A Indomada" e "Zaza Internacional".Jerry Adriani faleceu em 23 de abril de 2017, vítima de câncer de pâncreas. Ele deixou uma brilhante carreira, marcada por sua popularidade, carisma e talento. Seu túmulo é um dos mais visitados no Cemitério do Caju, no Rio de Janeiro, e sua música e legado jamais serão esquecidos.FAQ Quando e onde nasceu Jerry Adriani? Jerry Adriani, cujo nome de nascimento era Jair Alves de Souza, nasceu em 29 de janeiro de 1947, no bairro do Brás, em São Paulo. Quando Jerry Adriani iniciou sua carreira como cantor profissional? Jerry Adriani iniciou sua carreira como cantor profissional em 1964, com o lançamento do LP "Italianíssimo". Quais foram os principais sucessos da carreira de Jerry Adriani? Alguns dos principais sucessos de Jerry Adriani incluem "Um Grande Amor", "Broto Legal", "Namoradinha de um Amigo Meu", "Querida" e "Doce Doce Amor". Qual a relação de Jerry Adriani com Raul Seixas? Jerry Adriani foi responsável pela vinda de Raul Seixas para o Rio de Janeiro, e os dois se tornaram grandes amigos. Raul Seixas também foi produtor de Jerry Adriani entre 1969 e 1971. Quando e como Jerry Adriani faleceu? Jerry Adriani faleceu em 23 de abril de 2017, vítima de câncer de pâncreas. Ele deixou uma brilhante carreira e um legado musical que jamais será esquecido.
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