Para as comunidades ribeirinhas, o Rio Paraguai garante alimentação, transporte e fonte de renda. Mas quando a cheia faz as águas subiram de repente, sobram prejuízos, até para os mortos. Em uma das comunidades visitadas na jornada a bordo do Aquidaban, o repórter Rogério Guimarães conversa com uma moradora que revela: no período de chuvas, o cemitério é inundado, alguns corpos saem das covas e, depois, são novamente enterrados.
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