José Bezerra da Silva nasceu em Recife no dia,23 de fevereiro de 1927— foi um cantor,compositor, violonista,percussionista e intérprete brasileiro dos gêneros musicais coco e samba, em especial de partido-alto No princípio, dedicava-se principalmente ao coco até se transformar em um dos principais expoentes do samba nos anos seguintes. Através do samba, cantou os problemas sociais das favelas e da população marginalizada, atuando entre marginalidade e indústria musical. Estudou violão clássico por oito anos e passou outros oito anos tocando na orquestra da Rede Globo, sendo um dos poucos partideiros que lia partituras. Gravou seu primeiro compacto em 1969 e o primeiro disco em 1975, de um total de 28 álbuns lançados em toda a carreira que, somados, venderam mais de 3 milhões de cópias. Ganhou 11 discos de ouro, 3 de platina e 1 de platina duplo. Apesar de ter sido um dos artistas mais populares do Brasil, Filho de família pobre, Bezerra da Silva nasceu no Recife em 23 de fevereiro de 1927.Sua mãe, Hercília Pereira da Silva, foi abandonada pelo marido, Alexandrino Bezerra da Silva, quando estava grávida do filho.Aos 15 anos de idade, depois de ser expulso da Marinha Mercante, Bezerra da Silva viajou para o Rio de Janeiro, para procurar o pai e fugir da pobreza.Fez a viagem em um navio que carregava açúcar e estava apenas com a roupa do corpo. Encontrou o pai, mas com mais atritos, acabou ficando sozinho.Passou a trabalhar na construção civil como pintor de paredes e tinha como endereço a obra na zona central da cidade, onde exercia sua profissão.[3] Pelos idos de 1949, começou a se enamorar de uma "dona" e foi morar com ela no Morro do Cantagalo, na Zona Sul.Começou a desenvolver a verve musical, a partir do coco de Jackson do Pandeiro, e logo ingressou na bateria do bloco carnavalescoUnidos do Cantagalo, tocando tamborim.Em 1950, conheceu Doca, também morador do Morro do Cantagalo, que o convidou para participar do "Programa da Rádio Clube do Brasil" como ritmista — além do tamborim, tocava surdo e instrumentos de percussão em geral]Boêmio e malandro, foi detido dezenas de vezes pela polícia e acabou desempregado em 1954. Durante muitos anos viveu como morador de rua em Copacabana, quando chegou a tentar o suicídio, mas foi salvo e acolhido em um terreiro de umbanda. Lá, descobriu sua mediunidade e soube, através de uma mãe-de-santo, que o seu destino era a música[Foi casado com Regina de Oliveira, que também foi sua empresária e uma de suas compositoras, sob o pseudônimo de Regina do Bezerra. sambista pernambucano foi tema do livro "Bezerra da Silva - Produto do Morro", de Letícia Vianna, lançado em 1998. O rapper Marcelo D2 lhe prestou homenagem quando lançou em 2010, pela gravadora EMI, o álbum "Marcelo D2 canta Bezerra da Silva", no qual perfilou parte da obra interpretada pelo sambista. Em 2012, foi lançado o documentário "Onde a coruja dorme", de Márcia Derraik e Simplício Neto, que destaca os compositores de suas músicas, trabalhadores anônimos, que abordavam em suas letras temas da realidade brasileira como o malandro, o otário, o alcaguete, a maconha. O filme teve origem no curta-metragem homônimo, lançado onze anos antes. Outro legado é o incontestável e único estilo do típico malandro carioca com seu boné brad brim estampado até hoje inspira muitos admirados em rodas de samba.Antes de se tornar neopentecostal ao final da vida, Bezerra foi ligado à umbanda e assíduo frequentador do terreiro do Pai Nilo, em Belford Roxo Um de seus filhos, Ytallo Bezerra da Silva, também seguiu a carreira de músico Em 2001 tornou-se evangélico neopentecostal da Igreja Universal do Reino de Deus. Em 2005, perto da morte, mas ainda demonstrando plena atividade, participou de composições com Planet Hemp, O Rappa e outros nomes de prestígio da Música Popular Brasileira.Em setembro de 2004, foi internado em uma clínica privada do Rio de Janeiro com pneumonia e enfisema pulmonar e chegou a ficar por quase uma semana em coma. Um mês depois, o sambista passou mal novamente. Foi levado ao Hospital dos Servidores do Estado, onde foi internado com problemas pulmonares e faleceu em 17 de janeiro de 2005, aos 77 anos. Ainda naquele ano, foi lançado postumamente seu disco evangélico Caminho de Luz
o caixão com o corpo do sambista deixou o Teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, no centro do Rio de Janeiro, para ser enterrado no Cemitério da Ordem Terceira do Carmo, no Caju, zona norte do Rio. Cerca de 200 pessoas prestaram homenagem ao cantor no cemitério, mas desde a tarde aquela do dia 17/01/2005 quando seu corpo foi para o velório, mais de mil passaram por lá. Zeca Padoginho, Noca da Portela, Monarco Zezé Motta, Haroldo Costa, Darcy da Mangueira, Gal
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Bezerra da Silva foi um ícone do samba brasileiro, nascido em Recife, Pernambuco, em 1927. Sua carreira foi marcada pela dedicação aos gêneros musicais do samba e partido alto, onde ele cantou sobre os problemas sociais das favelas e da população marginalizada. Ao longo de sua vida, ele lançou 28 álbuns que venderam mais de 3 milhões de cópias, recebendo diversos prêmios.
Desde sua trajetória de vida como um jovem pobre que se mudou para o Rio de Janeiro em busca de oportunidades, até sua passagem pela marinha mercante e a construção civil, Bezerra da Silva enfrentou desafios que moldaram sua carreira musical. Sua influência no samba e sua abordagem única dos temas da realidade brasileira fizeram dele um dos artistas mais populares do Brasil.
Bezerra da Silva nasceu em Recife em 1927, filho de uma mãe abandonada pelo marido. Aos 15 anos, em busca de oportunidades, ele se mudou para o Rio de Janeiro, onde enfrentou desafios que moldaram sua carreira musical. Trabalhando na construção civil, Bezerra da Silva encontrou sua voz no samba, cantando sobre os problemas sociais das favelas e da população marginalizada.
Ele começou a desenvolver sua habilidade musical no Morro do Cantagalo, tocando instrumentos de percussão. Com o passar dos anos, Bezerra da Silva se tornou um dos principais expoentes do samba, lançando 28 álbuns que venderam milhões de cópias. Sua abordagem única dos temas da realidade brasileira o tornou um dos artistas mais populares do Brasil.
Minha carreira musical teve início de forma humilde, após mudar para o Rio de Janeiro em busca de oportunidades. Trabalhando na construção civil, encontrei minha voz no samba, tocando instrumentos de percussão no Morro do Cantagalo. Com o passar dos anos, desenvolvi minha habilidade musical e me tornei um dos principais nomes do samba brasileiro.
Estudando violão clássico por 8 anos e trabalhando na orquestra da Rede Globo, tive a oportunidade de gravar meu primeiro compacto em 1969 e, posteriormente, lançar meu primeiro disco em 1975. Ao longo da minha carreira, lancei 28 álbuns que venderam mais de 3 milhões de cópias, recebendo diversos prêmios por minha contribuição para a música brasileira.
Minha vida pessoal teve início em Recife, onde nasci em 1927. Filho de uma mãe abandonada pelo marido, busquei oportunidades no Rio de Janeiro aos 15 anos, enfrentando desafios que moldaram minha carreira musical. Trabalhando na construção civil, encontrei minha voz no samba e parti alto, cantando sobre os problemas sociais das favelas e da população marginalizada.
Minha influência no samba cresceu ao longo dos anos, lançando 28 álbuns que venderam milhões de cópias e recebendo prêmios por minha contribuição para a música brasileira. Estudei violão clássico por 8 anos e trabalhei na orquestra da Rede Globo, gravando meu primeiro compacto em 1969 e meu primeiro disco em 1975. Essa jornada musical me levou a ser um dos artistas mais populares do Brasil.
A minha carreira musical foi marcada por reconhecimento e sucesso ao longo dos anos. Lançando 28 álbuns que venderam mais de 3 milhões de cópias, recebi diversos prêmios por minha contribuição para a música brasileira. Meu estilo único e minha abordagem dos temas da realidade brasileira me tornaram um dos artistas mais populares do Brasil.
Desde os primeiros dias como um jovem pobre em busca de oportunidades no Rio de Janeiro, até o momento em que me tornei uma figura influente no cenário do samba, enfrentei desafios que moldaram minha carreira. Estudando violão clássico por 8 anos e trabalhando na orquestra da Rede Globo, tive a oportunidade de gravar meu primeiro compacto em 1969 e lançar meu primeiro disco em 1975.
Recebendo 11 discos de ouro, três de platina e um de platina duplo, fui honrado por minha dedicação à música. Mesmo enfrentando momentos difíceis, como internações e problemas de saúde, mantive meu compromisso com a música e continuei contribuindo para a rica cultura musical do Brasil.
Minha carreira musical foi marcada por reconhecimento e sucesso ao longo dos anos. Lançando 28 álbuns que venderam mais de 3 milhões de cópias, recebi diversos prêmios por minha contribuição para a música brasileira. Meu estilo único e minha abordagem dos temas da realidade brasileira me tornaram um dos artistas mais populares do Brasil.
Desde os primeiros dias como um jovem pobre em busca de oportunidades no Rio de Janeiro, até o momento em que me tornei uma figura influente no cenário do samba, enfrentei desafios que moldaram minha carreira. Estudando violão clássico por 8 anos e trabalhando na orquestra da Rede Globo, tive a oportunidade de gravar meu primeiro compacto em 1969 e lançar meu primeiro disco em 1975.
Recebendo 11 discos de ouro, três de platina e um de platina duplo, fui honrado por minha dedicação à música. Mesmo enfrentando momentos difíceis, como internações e problemas de saúde, mantive meu compromisso com a música e continuei contribuindo para a rica cultura musical do Brasil.
A minha vida e carreira foram repletas de mudanças significativas ao longo dos anos. Desde os primeiros dias como um jovem pobre em busca de oportunidades no Rio de Janeiro, até o reconhecimento e sucesso que alcancei como um dos artistas mais populares do Brasil, enfrentei desafios que moldaram minha jornada musical.
Estudando violão clássico por 8 anos e trabalhando na orquestra da Rede Globo, tive a oportunidade de gravar meu primeiro compacto em 1969 e lançar meu primeiro disco em 1975. Recebi diversos prêmios por minha contribuição para a música brasileira, incluindo 11 discos de ouro, três de platina e um de platina duplo, em reconhecimento ao meu estilo único e abordagem dos temas da realidade brasileira.
Mesmo enfrentando momentos difíceis, como internações e problemas de saúde, mantive meu compromisso com a música e continuei contribuindo para a rica cultura musical do Brasil. Minha trajetória é marcada por mudanças que influenciaram não apenas a minha carreira, mas também a minha vida pessoal e espiritual ao longo dos anos.
Bezerra da Silva enfrentou diversos desafios em relação à sua saúde ao longo de sua vida. Em setembro de 2004, ele foi internado em uma clínica privada no Rio de Janeiro devido a complicações de saúde, incluindo pneumonia e enfisema pulmonar. Sua condição se agravou, levando-o a ficar em coma por quase uma semana.
Um mês após esse episódio, Bezerra da Silva voltou a passar mal e foi novamente hospitalizado, desta vez no Hospital dos Servidores do Estado, devido a problemas pulmonares. Infelizmente, em 17 de janeiro de 2005, Bezerra da Silva faleceu aos 77 anos de idade, deixando um legado musical marcante no cenário do samba brasileiro.
O corpo do sambista foi velado no Teatro João Caetano, no centro do Rio de Janeiro, e posteriormente sepultado no cemitério da Ordem Terceira do Carmo, na Zona Norte da cidade. Mais de mil pessoas passaram pelo velório para prestar homenagens e se despedir de Bezerra da Silva, demonstrando o impacto e a influência que ele teve no mundo da música e na cultura brasileira.
O legado deixado por Bezerra da Silva no cenário da música brasileira é incontestável. Sua influência e sucesso ao longo de sua carreira moldaram o samba e o partido alto, garantindo-lhe reconhecimento e popularidade. Recebendo diversos prêmios e vendendo milhões de cópias de seus 28 álbuns, Bezerra da Silva deixou uma marca duradoura na cultura musical do Brasil.
Após sua passagem, o sambista foi homenageado por diversos artistas, como o rapper Marcelo D2, que lançou um álbum em sua honra. Além disso, o documentário "Onde a Coruja Dorme" destacou a importância dos compositores anônimos que abordavam os temas da realidade brasileira presentes nas músicas de Bezerra da Silva. Seu estilo único e sua abordagem dos problemas sociais das favelas continuam a inspirar admiradores em rodas de samba até os dias de hoje.
O sepultamento de Bezerra da Silva reuniu mais de mil pessoas, incluindo figuras proeminentes do mundo da música e da cultura brasileira, que prestaram suas homenagens ao sambista. Mesmo após sua morte, o impacto deixado por Bezerra da Silva continua a ecoar, demonstrando a relevância e o significado de sua contribuição para a música brasileira.
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