O governo Bolsonaro foi formalmente informado sobre a gravidade da situação gerada pelo garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami em Roraima e escolheu não agir, segundo documentos exclusios obtidos pelo UOL. Um servidor da Funai sobrevoou parte do território yanomami em maio do ano passado e identificou mais de 80 pontos ligados ao garimpo. Quase todos foram fotografados, em um dos maiores raio-X da situação. Josias de Souza comenta
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