O decreto que extinguiu inúmeros conselhos foi muito positivo para o Brasil. Muitos desses conselhos eram formados por órgãos militantes disfarçados de órgãos genuínos. Fingiam que representavam a sociedade, em seus diversos setores, mas não representavam nada. Os conselhos que são meros palanques políticos para grupos que defendem interesses ideológicos devem mesmo acabar. Eles só atrapalham a convivência harmônica entre o desenvolvimento e o meio ambiente, e não há proteção do meio ambiente sem recursos financeiros. E recurso financeiro quem gera é o setor privado, por meio de parcerias, concessões, impostos e por aí vai.
